Memórias metafóricas...

Memórias Metafóricas de Uma Mulher...

Quando pensei em criar um blog, pensei em algo interativo, dinâmico, monocromático, e simultaneamente colorido, multifacetado, diversificado, eclético, teológico, abrangente, etc. e tal, que me permitisse divagar pelas minhas ideologias, fantasias, pretenções, sensações, percepções e concretizações, um diário de bordo, que pertence a alguém que busca conhecimento nas mais distintas áreas e situações, uma mulher que além de feminina, sabe se impor e transpor seus limites e alcançar novos parâmetros na busca de uma auto estima construída com oração, amizade, companheirismo, intimidade, distância, bom senso, caráter, humor, prosa e poesia também, leitura, música de qualidade, recursos tecnológicos, livros, revistas, jornais, coisas que acrescentem a vida, conteúdo que pode ser dividido e repartido... e que vale a pena comentar!!!

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Diga não a Violência doméstica




Esse é um tema bastante atual nos últimos meses, todos os dias vemos mulheres sendo ameaçadas de morte, sofrendo maustratos, espancamentos, agressões físicas e emocionais, de homens que deveriam protegê-las, amaá-las, cuida-las, tratá-las como mulheres que são.
É complicado entender como tudo acontece...
Por que no inicio ninguém consegue detectar o agressor, porque ele sorrí para vc, lhe dá presentes, lhe beija, lhe faz juras de amor, lhe admira, lhe possui, lhe conquista, mas ao passar dos anos, tudo começa a mudar, é uma palavra depreciativa aqui, um palavrão ali, um empurrão, uma noite solitária chorando em casa, enquanto ele está no bar enchendo a cara com os amigos, quando chega quebra o banheiro, a televisão e tudo mais que está a frente, vc como um bicho acuado finge não ver, e ele como um animal sujo enlameia seus lençóis, não sei que tipo de relação é essa, só sei que ela tem vitimado muitas mulheres, que não conseguem se livrar dessas pestes de maridos.
Fico pensando se esse homem, realmente é homem, pois alguém que perde horas num bar com outros homens, ou numa boca de fumo, gastando dinheiro, ficando fedido, bebado, alucinado, agressivo, desfigurado e irracional, pode ser chamado de Homem realmente.
Num contexto como esse, estão inserida várias mulheres, queperdem anos de suas vidas, se dedicando a pessoas que não se dedicam a elas, que não constrõem um lar, que as espanca, e molesta quando não fisicamente, mas moralmente seus filhos, quando os utensílios da casa e lhes causa dor, espanto e vergonha.
Essa infelizmente é a realidade de várias brasileiras, e só este ano na Paraíba já foram vitimadas mais de 30 mulheres, que oficialmente foram agredidas e mortas pelos seus companheiros, e essa é uma realidade que atinge mulheres de todas as classes sociais, cores e níveis.
Não sei como podemos ajudá-las, só sei que é uma lamentável realidade, em que toda a sociedade deve se mobilizar para ao menos tentar coibir toda essa onda de violencia contra a mulher. Se você sabe de algum caso, denuncie, encoraje essa mulher a mudar de atitude, exerça sua cidadania e ofereça-lhe se preciso for até abrigo, mas não esteja inerte a tal situação.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Nando Reis - Pra Você Guardei o Amor

Essa música reflete a história de alguém que eu amei sem merecer todo esse amor

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Jamais desça do salto...

Andar de salto alto é algo interessantíssimo, pois não apenas remete ao compasso elegante de alguém que sabe se impor, se colocar, se sobrepor, desfilar, seduzir, entreter, mas também, quando encarado de forma sútil, passa a ser um estilo de vida simples e perspicaz. Mulheres que não se descompõem sobre hipótese alguma e jamais descem do salto, nas mais distintas situações, tendem a serem mais eficientes em relacionamentos dificeis e conturbados... Como veremos a seguir, a  história nos remete as dificuldades e adaptações desses novos tempos, onde as mulheres caminham desde os cabarés as mais sacras igrejas, desfilando os vários estilos de saltos e sapatos.
A origem dos sapatos e sandálias de salto alto se perde em séculos de história. Os primeiros modelos de saltos altos foram encontrados em uma tumba do Antigo Egito e datam do ano 1000 aC. Esses saltos, provavelmente, caracterizavam a alta posição social de quem os utilizava.


                                                         Primeiro Modelo do Salto Alto

O gosto por saltos altos predominou também na Grécia Antiga. Ésquilo, o primeiro grande autor trágico da história grega, fazia os atores de suas peças usarem sapatos plataformas de diferentes alturas para, assim, indicar a posição social de cada personagem. A mesma idéia existiu no Oriente. Por exemplo, no Japão o imperador Hirohito foi coroado, em 1926, calçando sapatos com plataforma de 30 cm de altura.

                                                              A evolução do Salto Alto

Mas a história também revela que saltos altos estão associados à sexualidade. As cortesãs japonesas usavam tamancos com alturas entre 15 e 30 cm. Já as concubinas chinesas e as odaliscas turcas eram obrigadas a usar sandálias altas provavelmente para impedir que fugissem dos haréns. Na Antiga Roma, as prostitutas eram identificadas pelos saltos que usavam.

Na Época Moderna, a moda européia dos saltos altos teve início com os “chopines” italianos, sandálias com plataformas de altura variando entre 15 e 42 cm. Algumas chegavam a alcançar 75 cm e as mulheres que os calçavam tinham que se apoiar em bengalas ou bastões para conseguir equilíbrio ao andar. Em 1430 os chopines foram proibidos em Veneza, mas como se sabe, nada pode impedir uma tendência da moda.


A história atribui a invenção dos saltos altos a Catarina de Médici, no século XVI. Devido a sua baixa estatura, ela os utilizou quando se casou com Henrique II, da França. Ao chegar a Paris ela trazia em sua bagagem uma série de sapatos com saltos produzidos por um artesão italiano para deixá-la mais alta. E, assim, acabou por introduzir a moda dos saltos altos na história da aristocracia européia.

No século XVII, o parlamento inglês punia como feiticeiras todas as mulheres que usassem sapatos de salto alto para seduzir ou atrair homens ao casamento. E por falar em sedução, Giovanni Casanova, em sua biografia, declarou seu amor pelos saltos altos que, segundo ele, levantavam as armações das saias-balão, usadas à época, desta forma mostrando as pernas femininas.
No século XIX, os saltos altos foram introduzidos nos Estados Unidos importados diretamente dos bordéis de Paris. O sucesso dos saltos altos na capital francesa era enorme, pois a maioria dos clientes preferia contratar os serviços de prostitutas que usavam saltos.


Os designers de sapatos não existiam como tais antes do século XX. A criação de sapatos de salto alto era mais uma atividade, dentre muitas, dos modestos sapateiros. A indústria de produção em massa de calçados teve início nos Estados Unidos, onde começou como uma atividade familiar exclusiva de colonos do leste do país (a Nova Inglaterra) e acabou se tornando as primeiras grandes lojas por volta da metade do século XVIII.

Em 1900, ainda havia resquícios de preconceito do século anterior. Muitas pessoas consideravam indecentes mulheres que mostrassem suas extremidades desnudas. Por isso, o conforto prevaleceu em detrimento do estilo, que ficava relegado à privacidade doméstica. Em público, botas e botinas apertadas e abotoadas prevaleciam. A história mudou após a Primeira Guerra Mundial. Com o desenvolvimento da economia, os calçados de tiras entraram em cena: pontudos e com saltos altos modelo Louis. Havia uma verdadeira profusão de cores e os saltos eram até mesmo utilizados para dançar.


                                                          Mulheres da Década de 30

Mas os anos 30 trouxeram a Grande Depressão e isto teve repercussões na moda. Os saltos se tornaram mais baixos e mais largos. Nessa época muitas mulheres condenavam os saltos altos, mas foi a partir da Segunda Guerra Mundial que os saltos passaram por uma fase de verdadeiro desprezo devido ao racionamento do couro. Mas o designer italiano Salvatore Ferragamo encontrou a solução ao desenvolver um modelo de calçado com salto anabela em cortiça. Após a guerra esse modelo tornou-se moda, quando muitos estilistas passaram a copiá-lo.
 
Enquanto os franceses, de fato, não tinham competidores à altura no que diz respeito a moda de vestuário, os italianos, por sua vez, eram os mestres da produção em massa da moda calçadista. Graças aos contatos de Ferragamo em Hollywood, esses calçados italianos se tornaram muito populares entre as estrelas hollywoodianas nos anos 50 (Jane Mansfield tinha mais de 200 pares). O salto stiletto era, então, sinônimo de “sex appeal”. Enquanto isso, os médicos responsabilizavam os sapatos de salto alto por todos os tipos de problemas. E não só quanto à saúde da mulher. Muitos atribuíam o crescimento da delinqüência juvenil aos saltos altos.


                                                        Décadas de 50 e 60 - Sex Appeal

Nos anos 60, teve início a transferência da moda de Paris para Londres e a moda das ruas ditava o que era para ser usado. Com o preço do couro em alta, os materiais sintéticos entraram em cena. Vivier, Herbert Levine e Miller foram os pioneiros na história da utilização de material plástico transparente.


                                                                    Década de 70

No início dos anos 70 as plataformas retornaram por um breve período na história, especialmente aquelas botas extravagantes de cano alto. Muitas destas botas tinham designs psicodélicos. Era o estilo andrógino do “Glam Rock”. Foi o designer Terry de Havilland quem as popularizou e encontrou adeptos não apenas entre as mulheres, mas também entre gays e lésbicas.

Nos anos 80, mulheres executivas passaram a adotar o salto stiletto como um complemento aos seus vestuários para projetarem uma imagem de eficiência e de Manolo Blahnikautoridade. Os saltos altos simbolizavam glamour e extravagância, além de um modo de expressar feminilidade nunca antes vista na história dos saltos altos.

Na última década do século XX, as plataformas reapareceram pelas mãos de Vivienne Westwood e Jean-Paul Gaultier. Nos anos 90, conceitos antigos foram reciclados. Assim como os estilistas de moda, os estilistas de calçados femininos passaram a ser estrelas do mundo fashion, com Manolo Blahnik sendo, então, o seu maior expoente. Como na década anterior, o nome de marca era a coisa mais importante. Ao lado, uma sandália de Blahnik.

Atualmente, existe uma nova geração de designers. Requisitados por clientes e por estilistas de moda, os sapatos de salto alto de designers como Joan Halpern, Maud Frizon, Beth e Herbert Levine, Andrea Pfister, Louboutin salto altoJan Jansen, Patrick Cox e Christian Louboutin algum dia serão apreciados como autênticas obras de arte. A tecnologia tem acrescentado novas opções de materiais (microfibras, tecidos elásticos etc) o que otimiza o processo de produção, que parece indicar que os sapatos e sandálias de salto alto continuarão a fazer muito sucesso na história da moda. Ao lado, uma sandália Louboutin com salto alto com solado em vermelho, marca inconfundível das obras de arte deste excepcional designer.
Num curto espaço de tempo vale repensar nossa postura e nosso bom senso na escolha da cor, do salto, da performance, do material e estilo a compor nosso visual... que vai desde ao visível, que são as coisas que usamos habitualmente, até o invisível, que é nosso caráter, personalidade e a marca das nosssas impressões, que ficam por onde passamos.


Busque usar o sapato certo na ocasião certa... para não precisar descer do salto e parecer deselegante em alguma situação, por mais desastrosa que seja, não vale a pena, tente se equilibrar sobre o salto que você escolheu usar nesse dia de sol ou de chuva que você está vivendo hoje e caminhe com leveza, pois o último passo é sempre o que marca a vitória e a conquista.
E assim, como na moda você perceberá que a vida é bastante colorida, difusa, incerta, perspicaz, surpreendente e circular... e que o retrô por exemplo, nunca cairá de moda, sempre voltará... portanto conserve aquilo que pode ser reutilizado numa próxima e mais propícia estação.





terça-feira, 3 de agosto de 2010

Vaidade - Heloisa Rosa

Há tanto tempo - Heloísa Rosa

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Fogo Estranho... Desvios doutrinários...

O crente brasileiro sabe: vez por outra, a Igreja Evangélica brasileira é agitada por uma novidade. Pode ser a chegada de um novo movimento teológico, de uma doutrina inusitada ou mesmo de uma prática heterodoxa, daquelas que causam entusiasmo em uns e estranheza em outros

Por Redação OGalileo
Quem frequentava igrejas nos anos 1980 há de se lembrar do suposto milagre dos dentes de ouro, por exemplo. Na época, milhares de crentes começaram a testemunhar que, durante as orações, obturações douradas apareciam sobrenaturalmente em suas bocas, numa espécie de odontologia divina. Muito se disse e se fez em nome dessa alegada ação sobrenatural de Deus, que atraiu muita gente aos cultos. Embora contestados por dentistas e nunca satisfatoriamente explicados – segundo especialistas, o amarelecimento natural de obturações ao longo do tempo poderia explicar o fenômeno, e houve quem dissesse que a bênção nada mais era que o efeito de sugestão –, os dentes de ouro marcaram época e ainda aparecem em bocas por aí, numa ou noutra congregação.

Outras manifestações nada convencionais sacudiram o segmento pentecostal de tempos em tempos. Uma delas era a denominada queda no Espírito, quando o fiel, durante a oração, sofria uma espécie de arrebatamento, caindo ao solo e permanecendo como que em transe. Disseminada a partir do trabalho de pregadores americanos como Benny Hinn e Kathryn Kuhlman, a queda no poder passou a ser largamente praticada como sinal de plenitude espiritual e chegou com força ao Brasil. A coqueluche também passou, mas ainda hoje diversos ministérios e pregadores fazem do chamado cair no poder elemento importante de sua liturgia. A moda logo foi substituída por outras, ainda mais bizarras, como a “unção do riso” e a “unção dos animais”. Disseminadas pela Comunhão Cristã do Aeroporto de Toronto, no Canadá, a partir de 1993, tais práticas beiravam a histeria coletiva – a certa altura do culto, diversas pessoas caíam ao chão, rindo descontroladamente ou emitindo sons de animais como leões e águias. Tudo era atribuído ao poder do Espírito Santo.

A chamada “bênção de Toronto” logo ganhou mundo, à semelhança das mais variadas novidades. Parece que, quanto mais espetacular a manifestação, mais ela tende a se popularizar, atropelando até mesmo o bom senso. Mas o que para muita gente é ato profético ou manifestação do poder do Senhor também é visto por teólogos moderados como simples modismos ou – mais sério ainda –
desviosdoutrinários. Pior é quando a nova teologia é usada com fins fraudulentos, para arrancar uma oferta a mais ou exercer poder eclesiástico autoritário. “A Bíblia diz claramente que haverá a disseminação de heresias nos últimos dias, e não um grande reavivamento, como alguns estão anunciando”, alerta Araripe Gurgel, pesquisador da Agência de Informações Religiosas (Agir). Pastor da Igreja Cristã da Trindade, ele é especialista em seitas e aberrações cristãs e observa que cada vez mais a Palavra de Deus tem sido contaminada e pervertida pelo apelo místico. “Esse tipo de abordagem introduz no cristianismo heresias disfarçadas em meias-verdades, levando a uma religião de aparência, sensorial, sem a real percepção de Deus”, destaca.

“Não dá para ficar quieto diante de tanta bizarrice”, protesta o pastor e escritor
Renato Vargens, da Igreja Cristã da Aliança, em Niterói (RJ). Apologista, ele tem feito de seu blog uma trincheira na luta contra aberrações teológicas como as que vê florescer, sobretudo, no neopentecostalismo. “Acredito, que, mais do que nunca, a Igreja de Cristo precisa preservar a sã doutrina, defendendo os valores inegociáveis da fé cristã. A apologética cristã é um ministério indispensável à saúde do Corpo de Cristo”. Na internet, ele disponibiliza farto material, como vídeos que mostram um pouco de tudo. Um dos mais comentados foi um em que um dos líderes do Ministério de Madureira das Assembleias de Deus, Samuel Ferreira, aparece numa espécie de arrebatamento sobre uma pilha de dinheiro, arrecadado durante um culto. “Acabo de ver no YouTube o vídeo de um falso profeta chamado reverendo João Batista, que comercializa pó sagrado, perfume da prosperidade e até um tal martelão do poder”. acrescenta Vargens.

Autor do recém-lançado livro Cristianismo ao gosto do freguês, em que denuncia a redução da fé evangélica a mero instrumento de manipulação, o pastor tem sido um crítico obstinado de líderes pentecostais que fazem em seus programas de TV verdadeiras barganhas em nome de Jesus. “O denominado apóstolo Valdomiro Santiago faz apologia de sua denominação, a Igreja Mundial do Poder de Deus, desqualificando todas as outras. E tem ensinado
doutrinas absolutamente antibíblicas, onde o ‘tomá-lá-dá-cá’ é a regra”. Uma delas é o trízimo, em que desafia o fiel a ofertar à instituição 30% de seus rendimentos, e não os tradicionais dez por cento. A “doutrina das sementes”, defendida por pregadores americanos como Mike Murdoch e Morris Cerullo nos programas do pastor Silas Malafaia, também rendeu diversos posts. Segundo eles, o crente deve ofertar valores específicos – no caso, donativos na faixa dos mil reais – em troca de uma unção financeira capaz de levá-lo à prosperidade. “Trata-se de um evangelho espúrio, para tirar dinheiro dos irmãos”, reclama Vargens. “Deus não é bolsa de valores, nem se submete às nossas barganhas ou àqueles que pensam que podem manipular o sagrado estabelecendo regras de sucesso pessoal.”

Crise teológica – Numa confissão religiosa tão multifacetada em suas expressões e diversa em termos de organização e liderança, é natural que o segmento evangélico sofra com a perda de identidade. O próprio conceito do que é ser crente no país, é extremamente difuso. E muitas denominações, envolvidas em práticas heterodoxas, vez por outra adotam ritos estranhos à tradição protestante. Joaquim de Andrade, pastor da Igreja Missionária Evangélica Maranata, do Rio, é um pesquisador de seitas e heresias que já enfrentou até conflitos com integrantes de outras crenças, como testemunhas de Jeová e umbandistas. Destes tempos, guarda o pensamento crítico com que enxerga também a situação atual da fé evangélica: “Vivemos uma verdadeira crise teológica, de identidade e integridade. Os crentes estão dando mais valor às manifestações espirituais do que à Palavra de Deus”.

Neste caldo, qualquer liderança mais carismática logo conquista seguidores, independentemente da fidelidade de sua mensagem à Bíblia. “Manifestações atraem pessoas.
O próprio Nicodemos concluiu que os sinais que Cristo operou foram além do alcance do povo, mas não temos evidência de que ele tenha mesmo se convertido”, explica o pastor
Russel Shedd, doutor em teologia e um dos mais acreditados líderes evangélicos em atuação no Brasil. Ele refere-se a um personagem bíblico que teve importante discussão com Jesus, que ao final admoestou-lhe da necessidade de o homem nascer de novo pela fé. “Líderes que procuram vencer a competição entre igrejas precisam alegar que têm poder”, observa, lembrando que a oferta do sobrenatural precisa atender à imensa demanda dos dias de hoje. “Mas poder não salva nem transmite amor”, conclui.

“A busca pela expansão evangélica traz consigo essa necessidade de aculturação e, na cultura religiosa brasileira, nada mais puro do que a mistura”, acrescenta o pastor Fabrício Cunha, da Igreja Batista da Água Branca, em São Paulo. “O candomblé já fez isso, usando os símbolos do catolicismo; o espiritismo, usando a temática cristã; e agora, vêm os evangélicos neopentecostais, usando toda uma simbologia afro e um misticismo pagão”, explica. Como um dos coordenadores do Fórum Jovem de Missão Integral e membro da Fraternidade Teológica Latinoamericana, ele observa que mesmo os protestantes são fruto de uma miscigenação generalizada, o que, no campo da religião, tem em sua gênese um alto nível de sincretismo.

Acontece que, em determinadas comunidades cristãs, alguns destes elementos precisam ser compreendidos como estratégias de comunicação e atração de novos fiéis. Aí, vale tanto a distribuição de objetos com apelo mágico, como rosas ungidas ou frascos de óleo, como a oferta de manifestações tidas como milagrosas, como o já citado dente de ouro ou as estrelinhas de
fogo – se o leitor ainda não conhece, saiba que trata-se de pontos luminosos que, segundo muitos crentes, costumam aparecer brilhando em reuniões de busca de poder, sobretudo vigílias durante a noite ou cultos realizados nos montes, prática comum nas periferias de grandes cidades como o Rio de Janeiro. O objetivo das tais estrelinhas? Ninguém sabe, mas costuma-se dizer que é fogo puro, assim como tantas outras manifestações do gênero.

“Alguns desses elementos são resultado de um processo de sectarização religiosa”, opina o teólogo e mestre em ciências da religião Valtair Miranda. “Ou seja, quanto mais exótica for a manifestação, mais fácil será para esse líder carismático atrair seguidores para seu grupo”. Miranda explica que, como as igrejas evangélicas, sobretudo as avivadas, são, em linhas gerais, muito parecidas, o que os grupos sectários querem é se destacar. “Eles preconizam um determinado tópico teológico ou passagem bíblica, e crescem em torno disso. Objetos como lenços ungidos, medalhas, sal ou sabonete santificados são exemplos. Quanto mais diferente, maior a probabilidade de atrair algum curioso”. A estratégia tende a dar resultado quando gira em torno de uma figura religiosa carismática. “Sem carisma, estes elementos logo provocam sarcasmo e evasão”, ressalva. O estudioso lembra o que caracteriza fundamentalmente um grupo sectário – o isolamento. “Uma seita precisa marcar bem sua diferença para segurar seu adepto. Quanto mais ele levantar seus muros, mais forte será a identidade e a adesão do fiel.”

“Propósito de Deus” – Mas quem faz das manifestações do poder do Espírito Santo parte fundamental de seu ministério defende que apenas milagres não bastam. “É necessário um propósito e uma mudança de vida”, declara o bispo Salomão dos Santos, dirigente da Associação Evangélica Missionária Ministério Vida. Como ele mesmo diz, trata-se de uma igreja movida pelo poder da Palavra de Deus, “que crê que Jesus salva, cura, liberta e transforma vidas”. O próprio líder se diz um fruto desse poder. Salomão conta que já esteve gravemente doente, sofrendo de hepatite, câncer e outras complicações que a medicina não podia curar. “Cheguei a morrer, mas miraculosamente voltei à vida”, garante o bispo, dizendo que chegou a jazer oito horas no necrotério de um hospital. “Voltei pela vontade de Deus”, comemora, cheio de fé.

Consciente, Salomão diz que milagres e manifestações naturais realmente acontecem, mas “somente para a exaltação e a glória do Senhor, e não de homens ou denominações”. O bispo também observa que alguns têm feito do poder extraordinário de Jesus uma grande indústria de milagres: “O Senhor não dá sua glória para ninguém. Ele opera maravilhas através da instrumentalidade de nossas vidas”. E faz questão de reiterar a simplicidade com que Jesus viveu sua vida terrena e que, muitas vezes, realizou grandes milagres sem nenhum alarde. “O agir de Deus não é um espetáculo.”



Com informações do Cristianismo Hoje / e-Cristianismo

Um elefante incomoda muita gente... dois... três... incomoda muito mais!!!!


Esse é um bebê elefante se refrescando numa bica que encontrou sem perceber que estava sendo observado por elefantes maiores "que eram donos do pedaço" ele começou a estufar o peito e bradar toda sua alegria
por desfrutar de toda aquela chuva repentina de águas tão cristalinas que ele encontrou...
Então ele abriu os olhos e percebeu que estava incomodando os homens que cuidavam daquela área reservada do parque em que se encontrava e retornou ao seu lugar de origem... contudo aquelas águas, e aqueles momentos permaneceram gravados na sua memória fotografados nas suas lembranças
dos momentos de paz, alegria, refrigério, e plena satisfação que ele desfrutou... ainda que por tão pouco tempo o mantiveram vivo por toda a sua existência. No nosso dia a dia, encontramos alguns elefantes extraordimários, magnanimos... belos... fortes... robustos...superiores a nós...contudo na íntegra não queremos eles ao nosso lado em algumas situações, pois eles geram certo desconforto pessoal, quando somos comparados com eles, infelizmente no universo da competitividade em que vivemos,
isso é algo natural, percebe-se desde a infancia, quando as crianças por mais amigas que sejam,
não querem partilhar seu lanche, seu brinquedo, sua sincera opinião, na adolescencia torna-se pior, pois com os hormônios a flor da pele, para não sermos rotulados como aborrecentes, aprendemos a desnvolver
como nosso mecanismo de defesa, a indiferença a àquilo que necessariamente nos pertuba,
sublimamos tal realidade e fingimos não senti ou perceber os superlativos comparativos
da beleza da amiga (o), da inteligencia, da desenvoltura, dos talentos, da simpatia,
e tudo aquilo que chama a atenção das pessoas que nos cercam.
E então, as brincadeiras de criança, as conversas juvenis, a confiança dos segredos
trocados, das confissões expressas, tudo isso se perde diante do mundo coorporativo 
que enfrentamos na vida adulta, e que envolve e se desenvolve em todas as relações,
de trabalho, de escola, da família, da igreja e até dos relacionamentos, 
as vezes até repletos de emoções, sentimentos, aspirações, sonhos, realizações, 
e que escorrem pelas águas turvas da cascata que nos faz submergir na profundidade do
nosso egoísmo de não enxergarmos nossas próprias limitações, deformações, pavores e terrores
guardados em nós mesmos, e que vêm à tona frente ao sucesso de alguém superior ou até inferior a nós mesmos... é o medo de perdemos o território, que por mérito próprio ou não,
julgamos ser eternamente nosso. E assim ocupamos todos os lugares, e nos encarregamos de todas as tarefas, e vestimos nossas vestes heroínas, sacras, imaculadas, e nos intitulamos dos rótulos mais 
cabíveis e intocados, para voltarmos a ser aquela criança, que não chora, que não sente dor, que não perde,
que não erra nem admite erros, que está sempre limpa e que tem os brinquedos melhores e mais caros. 
Precisamos rever nosso conceito sobre realização pessoal, e entendermos melhor 
como funciona a realização do outro, que às vezes é simplesmente um banho de bica,
ou um mergulhar na profundidade, com roupa de mergulho, quase um suicídio altuísta, o famoso sincericidio, pois despertará no outro, que é o proprietário do pedaço, o desejo de expulsá-lo daquele reino particular que ele conuistou, mas que é a satisfação plena dele, a sua susistencia está em jogo... portanto não julguemos pela aparência,nem nos incomodemos com os elefantes tomando banho na nossa suposta fonte, que jorra cristalina, ele como eu e você também precisa se refrescar e se lavar! Deixemos de lado pois nosso orgulhos e egoísmo para não castrarmos os sonhos alheios, nem cometermos um homicídio doloso da imagem do outro, que assim como eu e você também tem defeitos e qualidades, aquele pois que está em pé tenha cuidado para não cair, mas se alguém ao seu lado cair, não passe de largo, vá ao seu encontro e estenda sua mão, até que ele fique em pé!


Um elefante incomoda muita gente... dois... três... incomodam muito mais!!!!


Esse é um bebê elefante se refrescando numa bica que encontrou sem perceber que estava sendo observado por elefantes maiores "que eram donos do pedaço" ele começou a estufar o peito e bradar toda sua alegria
por desfrutar de toda aquela chuva repentina de águas tão cristalinas que ele encontrou...
Então ele abriu os olhos e percebeu que estava incomodando os elefantes e os homens que cuidavam daquela área reservada do parque em que se encontrava e retornou ao seu lugar de origem... contudo aquelas águas, e aqueles momentos permaneceram gravados na sua memória fotografados nas suas lembranças dos momentos de paz, alegria, refrigério, e plena satisfação que ele desfrutou... ainda que por tão pouco tempo o mantiveram vivo por toda a sua existência. 
No nosso dia a dia, encontramos alguns elefantes extraordimários, magnanimos... belos... fortes... robustos...superiores a nós...contudo na íntegra não queremos eles ao nosso lado em algumas situações, pois eles geram certo desconforto pessoal, quando somos comparados com eles, infelizmente no universo da competitividade em que vivemos,
isso é algo natural, percebe-se desde a infancia, quando as crianças por mais amigas que sejam,
não querem partilhar seu lanche, seu brinquedo, sua sincera opinião, na adolescencia torna-se pior, pois com os hormônios a flor da pele, para não sermos rotulados como aborrecentes, aprendemos a desenvolver
como nosso mecanismo de defesa, a indiferença a àquilo que necessariamente nos pertuba,
sublimamos tal realidade e fingimos não sentir ou perceber os superlativos comparativos
da beleza da amigo (a), da inteligencia, da desenvoltura, dos talentos, da simpatia,
e tudo aquilo que chama a atenção das pessoas que nos cercam.
E então, as brincadeiras de criança, as conversas juvenis, a confiança dos segredos
trocados, das confissões expressas, tudo isso se perde diante do mundo coorporativo e competitivo
que enfrentamos na vida adulta, e que envolve e se desenvolve em todas as relações,
de trabalho, de escola, da família, da igreja e até dos relacionamentos pessoais, 
as vezes até repletos de verdadeiras emoções, sentimentos, aspirações, sonhos, realizações, 
mas que escorrem pelas águas turvas da cascata que nos faz submergir na profundidade do
nosso egoísmo, de não enxergarmos nossas próprias limitações, deformações, pavores e terrores
guardados em nós mesmos, e que vêm à tona frente ao sucesso de alguém que julgamos superior ou até inferior a nós mesmos... nossa insegurança secreta, é o medo de perdemos o território, que por mérito próprio ou não, julgamos ser eternamente nosso. E assim ocupamos todos os lugares, e nos encarregamos de todas as tarefas, e vestimos nossas vestes heroínas, sacras, imaculadas, e nos intitulamos dos rótulos mais 
cabíveis e intocados, doutor, mestre, bispo, apóstolo, pastor, chefe, pai, marido, esposa,  nos esforçamos e nos empenhamos para voltarmos a ser aquela criança, que não chora, que não sente dor, que não perde,
que não erra nem admite erros dos outros, que está sempre limpa e que tem os brinquedos melhores e mais caros, e claro, que sabe perder com elegancia. 
Precisamos rever nosso conceito sobre realização pessoal, e entendermos melhor 
como funciona a realização do outro, à famosa empatia, que os líderes tanto falam, que às vezes é simplesmente um banho de bica para o elefante bebê, ou um mergulhar na profundidade, com ou sem roupa de mergulho, quase um suicídio altuísta, o famoso sincericidio, que despertará no outro, que  as vezes é o proprietário do pedaço, ou o mordomo intolerante, o desejo de expulsá-lo ( o elefantinho), daquele reino particular que ele conquistou para administrar, mas que é a satisfação plena dele, a sua subsistencia está em jogo, sua reputação, seu brinquedo do coração... 
Portanto, para não cometermos tais erros, não julguemos pela aparência, nem nos incomodemos com os elefantes tomando banho na nossa suposta fonte, que jorra cristalina, ele como eu e você também precisa se refrescar e se lavar! Deixemos de lado pois, nosso orgulho e egoísmo, para não castrarmos os sonhos alheios, nem cometermos um homicídio doloso da imagem do outro, que assim como eu e você também tem defeitos e qualidades, aquele pois que está em pé tenha cuidado para não cair, mas se alguém ao seu lado cair, não passe de largo, vá ao seu encontro e estenda sua mão, até que ele fique em pé!

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Às vezes é preciso levar os olhos para dentro do escuro e ter coragem de acendê-los!!

 A BELEZA ESTÁ NAQUILO QUE VEMOS

Esses dias descobrí que nem sempre nossos olhos enxergam a realidade como ela é. E é horrível essa sensação.
Fiquei pensando como deve ser dificil a vida de alguém limitado pela deficiencia da ausencia da visão.
Pelo menos nas primeiras fases da vida, e nos momentos de descoberta e adaptação, ajuste, reconhecimento da área a ser explorada, dos objetos, das sensações, do mundo adaptado que ela mesma tem que construir em torno de si, mesmo em condições desfavoráveis, em trechos inacabados, em falta de apoio e encorajamento e ajuda especializada, é na verdade o que os que vivenciam essa temática chamam de SUPERAÇÃO. E essa palavra apesar de beleza traz consigo muito, mas demasiado eu diria, esforço diário, uma luta de fato, sem armas de guerras, mas com armas muito mais perigosas e eficazes do que qualquer armamento bélico. Armas emocionais, físicas, psicológicas e porque não dizer, espirituais. É quando o indivíduo busca forças onde não há força nenhuma, quando busca capacidade frente a limitação absursdamente imposta pela deficiencia, é a coragem e a garra de lutar contra as evidencias, crer contra a esperança que finge desfalecer.
Não estou querendo dizer que todas as limitações, perdas e dificuldades serão superadas, contudo elas serão experimentadas com outro rigor, desvendadas por outros objetivos, vencidas por outras perspectivas, é uma vitória ou derota interior e exterior, uma luta em si mesmo, uma linguagem de emoções, dores, sentimentos, esforços, uma descoberta do eu perdido pelos momentos de debilitação e atrofia muscular, cerebral, visceral, emocional, psicológico, espiritual.

 Talvez esteja na hora de trocar nossos olhos

Em meio a tudo isso, percebí que meus olhos não enxergam bem. Meus ouvidos também não ouvem bem. Minha boca fala muito. Nos momentos que deveria se calar, ela não pára de falar. E aí descobrí que minhas mãos também não me obedecem. Elas machucam, ferem, se encolhem para não ajudar, se recusam a obedecer os comandos cerebrais. Minha mente também teima em reagir, qualquer ação inesperada me leva a uma reação imediata e na maioria das vezes, precipitadamente me leva as escolhas erradas, as palavras desnecessárias, aos olhares maliciosos, aos ouvidos surdos e assim os sentidos se perdem, se desconexam com àquilo que deveria de fato me dominar.
É tão facil ouvir o mundo e suas vozes. Todo seu barulho ensurdecedor, todos os seus apelos audio visuais, todo o aparato de marketing de venda de relacionamentos mercantis. Não sei porque não nos desligamos de fato desse mundo, que mais nos pertuba e confunde, do que nos acrescenta e nos motiva.
Deus tem sido muito paciente conosco. Sua voz mansa, suave, as vezes troveja em nós, e nós não ouvimos, ou fingimos não ouvir. Fala comigo Pai, não me deixa ficar indiferente a Tua voz. Abre os meus olhos quero Te ver, ver a Ti somente, quero ouvir só Tua voz, preciso passar para o estágio seguinte da minha deficiencia audio visual, me habilita para a fase da SUPERAÇÃO, eu sei que dói, mas eu quero vencer minha limitação.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Você faz marketing pessoal???

Nem tudo o que se vê, necessariamente é o que contém...

Você é marqueteiro ou não?

Hoje vivemos no mundo dos rótulos...
Compramos pela marca dos produtos...
O conteúdo já nem interessa mais...
Se tem uma boa aparência, compramos...

Uma boa propaganda, faz o negócio acontecer ...
Ainda que depois, renda alguns prejuízos,
Para o anunciante inescrupuloso que oferece além do que obtém...
O que interessa na íntegra é a venda...
O fechamento do mês...
O progresso do capitalismo...
A comissão...
O anúncio...
As cores...
A animação...




As propagandas por exemplo de grandes marcas de bebida,
Sempre trazem pessoas bonitas, felizes, sempre tomam a forma dos relacionamentos
Que podemos ter, além daqueles que já temos...
Para os telespectadores, bebida e cigarro, rima com pegação, festa, prazer, mulher "boa" e facinha...
Diferente daquelas que habitualmente temos em casa, 
Cozinhando, passando, nossas Amélias de plantões,
Os espertos... até os baixinhos... conseguem pegar todas...
Minha nossa não sei como alguém bebe algo
Que seu slogan mesmo diz, "desce redondo"...
E assim bebida rima com destruição, prostituição, desvalorização, substituição...
Você consumidor se realizando em prazeres excepcionais que aqueles momentos instantaneos oferecem...
E Satanás como mestre do ilusionismo e da mentira rouba a dignidade, os sonhos, os valores...
Até torná-los seus intrumentos de auto destruição...


Em todos os contextos, a imgem fala mais que mil palavras...
O texto sublima a realidade surreal...
O preço pago, é mínimo frente ao lucro da obtenção da venda do produto...
A verdade é relativa...
O que é bom para você, pode não ser para mim...
Enfim... tudo depende do seu ponto de vista...


A beleza está até mesmo naquilo que não vemos como belo,
Um rosto pálido, um corpo gélido, frio, sombrio, sem vida,
Uma casa velha, antiga, suja,
Um amontoado de tijolos, uma rua vazia,
O belo que compõe a paisagem do anuncio,
Nem sempre reflete a beleza,
Mas comunica a informação necessária para a venda...


Precisamos fugir dessa prática dos rótulos mentirosos...
Rotulamos as pessoas,
Pelo que ela nos oferecem através da imagem que refletem...
Se alguém está triste ou angustiado,
Logo nós descartamos,
Pois essas pessoas não refletem o brilho da glória de Cristo,
Se estão desorientadas, também as descartamos,
Pois elas também não fazem alusão ao caminho de Jesus...
Se estão apáticas, logo as substituímos nas nossas rodas de amigos,
Pois não investimos nosso tempo com pessoas desinteressantes...
Ou seja, a economia capitalista substituiu a economia divina,
Nos nossos relacionamentos, só têm lugar os vencedores,
Os que vendem a imagem saudável, feliz, realizada, satisfatória,
Para os sermões que pregamos...
Só nos esquecemos de uma coisa...
Um detalhe...
O Evangelho de Cristo, se baseia numa via dolorosa,
Se nossa mensagem é Cristocentrica,
Ele foi o homem de dores,
Que sofreu por nós,
Que não tinha onde reclinar a cabeça,
Não tinha ouro nem prata,
Nem uma imagem que impressionava,
Pela beleza ou ostentação,
Ele chorou, se angustiou, ficou profundamente triste,
Sentiu-se fraco, sozinho, desamparado também...
Não sei quem você tenta ser...
Ou imitar...
Eu prefiro ser humana...
Discípula de Cristo...
Sofro, choro, me angustio, fico profundamente triste...
E em alguns momentos me retiro de cena para orar...
Em secreto... no meu deserto particular...
E lá me reabasteço e vejo onde errei, me conserto e me levanto...
Para continuar de onde parei...


Os títulos fazem parte da vida de muitas pessoas, 
Eles dignificam alguns,
Minimizam outros,
Trazem honra e desonra,
Trazem alegria, autoridade e submissão,
Irrestrita ou não...
Na minha vida, escolhí, abdicar de muitos títulos...
Corro em busca de um título MAIOR para mim...
O de SERVA INÚTIL, 
Que mesmo fazendo tudo o que estava ao meu alcance...
Ainda era nada para Aquele que me deu tão grandiosa salvação!!!!

quarta-feira, 19 de maio de 2010

A necessidade de solidão, silencio e obscuridade




A superficialidade é a maldição de nosso tempo. A doutrina da satisfação instantanea é, antes de tudo, um problema espiritual. A necessidade urgente hoje não é de um maior número de pessoas inteligentes, ou dotadas, mas de pessoas profundas.
A vida profunda é um assunto muito admirado mas pouco vivenciado. Cantamos as virtudes, mas não a praticamos. Ansiamos por água que mata a sede, mas dificilmente mergulhamos em seu poço. Aprovamos os beneficios que promove, mas nosso estilo de vida frenético reduz a sua importancia. A não ser que sejamos compelidos pelo Senhor a aceitar os ingredientes da vida escondida em Deus, seja durante um período prolongado de doença ou devido a um evento extraordinário, a profundidade do caráter, permanece um sonho distante.
A vida marcada pela profundidade só pode ser cultivada em longos períodos de tempo passados em solidão, silencio e obscuridade - conceitos esses, estranhos, para os que vivem na velocidade da luz.
Uma pesquisa pelas Escrituras revela que aqueles a quem DEus usou grandemente eram quase sempre preparados para essas experiencias durante períodos de solidão, silencio e obscuridade. Moisés. Tendo crescido num ambiente prestigioso da corte suntuosa do Faraó, preparava-se para abraçar um futuro político notável. Depois de assassinar um cidadão egipcio, todavia, Moisés fugiu para as planicies de Midiã, onde se casou com a filha de uma sacerdote local. Ele passou os quarenta anos seguintes cuidando dos rebanhos de ovelhas do seu sogro. Não foi senão aos 80 anos que Deus finalmente tirou da obscuridade o ex-principe egipcio que se tornara pastor e colocou-o nos anais da grandeza. Sim, você leu corretamente: ele tinha 80 anos.
Davi. Ungido rei de Israel quando adolescente, não subiu ao trono aos 30 anos de idade. Depois de sua heróica vitória sobre Golias, passou os treza anos seguintes como fugitivo, escondendo-se nas cavernas de En-Gedi do rei Saul, que quase enlouquecera de inveja dele. Alguns dos apreciados salmos de Davi nasceram durante essa dura prova na solidão. Na maior parte do tempo ficou na obscuridade, sobrevivendo no deserto da Judéia, um dos mais rudes e inóspitos territórios do mundo.
José. Lançado na prisão por causa de falsas acusações da sedutora mulher de Potifar, cujo assedio agressivo ele rejeitou de diversas vezes, o homem deve ter sentido-se injustiçado e abandonado. José passou alguns anos nas prisões do Egito imaginando se voltaria a ver novamente a luz do dia. Embora, sua condenação fosse injusta, José aprendeu muito na cela da prisão.
Elias. De pé diante de Acabe, transmitiu corajosamente o seu oráculo e juízo. Não cairia chuva nem orvalho sobre o reino enquanto não se arrependessem. A fim de proteger seu fiel profeta de uma vingança certa, o Senhor escondeu Elias junto a um ribeiro chamado Querite. Ele ficou ali, a leste do Jordão, apenas na companhia de corvos, que Deus usou para levar alimento para o profeta exausto. Para desânimo de Elias, o ribeiro de águas secou, como acontecera com a sua vitalidade espiritual e emocional. Mas Deus havia preparado aquele retiro espiritual junto ao ribeiro como lugar de renovação para o esgotado profeta.
Todos os hoemns de Deus, passaram pela desaprovação e julgamento humano, foram perseguidos, mal interpretados, alguns foram presos, outros precisaram fugir para os desertos, para que assim aprendessem a confiar e depender do Senhor somente.
Nosso problema é a cegueira de nossa perspectiva. Nós nos julgamos cheios de recursos, talentosos, articulados, responsáveism eficientes. Por que então parar? Porque fazer uma pausa? Temos assuntos importantes a tratar, reuniões a comparecer, números a digerir, programas a inaugurar, estamos tão envolvidos em um ativismo tão absurdo, que quando paramos por um instante para reavaliarmos nossas expectativas, planos, sonhos, projetos, interpretações, leituras e tudo o que nos tire por alguns dias dos nossos afazeres, logo somos vistos como irresponsáveis, medrosos, fujões, inconstantes, etc e tal. É notável o que podemos realizar apoiados em nossa engenhosidade humana, contudo é sempre bom pausar, analisar, reestruturar e recomeçar. Aprimorar com excelencia.
Se somos convocados por Deus para tal grandiosa obra da proclamação do Evangelhos, temos ter convicção, de que não somos Super Homens, nem Mulheres Maravilhas, e falhamos, ficamos em dúvidas, titubeamos, erramos, e recomeçamos consertando os erros e pendencias como todos os notáveis heróis da fé fizeram. Você é humano, portanto não tema seus fracassos e perdas. Hoje é o dia de reavaliar e recomeçar.

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Minha família, meu mundo, minha base, meu suporte, minha lembrança mais plena!

Nascí num lar evangélico, meu pai foi presbítero de uma denominação durante muito tempo, um homem exemplar, idôneo, capaz, pregador nato, de testemunho fiel, excelente pai, marido, filho também, companheiro profissional, contudo um homem temperamental como Pedro e zeloso do bem, contudo hoje os Pedros devem permanecer calados, para não perder seus amigos e sua igreja, ele contudo não se calou, foi julgado pelo "clero" inapto para o evangelho, foi caluniado, difamado, mal interpretado e sentenciado ao desprezo humano, tudo o que comumente não vemos nem ouvimos nos púpitos, contudo ele soube permanecer inabalável no Senhor, se entristeceu mas não sucumbiu, antes se aprofundou nas raízes do evangelho simples e tornou-se pregador intinerante e com maior convicção continuou a pregar a palavra, indo aos lugares desprezados pela maioria dos engravatados, hoje é um pastor de ovelhas nos campos distantes, cambaleantes, fracas, com fome e que sofrem de inanição, um homem além do seu contexto decepcionante, um servo que não amou mais seu orgulho e sua defesa, um homem que reconstruiu um altar em ruibas nas suas pregações. Minha mãe uma mulher maravilhosa, incrivel, inteligente, amiga, meiga, prestativa, alegre, divertida, batalhadora, perspicaz, entusiasta, e uma eximel pregadora da palavra, da maneira dela é claro. Somos sete irmãos, vivemos nossos dias de infancia e juventude numa bela casa, confortável, bastante visitada e alegre. Também muito colorida. Nos descobrimos talentosos. Ainda crianças, pregávamos, tocávamos e cantávamos nossos hinos preferidos com nossos pais, em casa, na igreja, na rua, nas viagens, no nosso carro, nos piqueniques que fazíamos, éramos uma grande família.
Crescemos, e muita coisa mudou. Cada um seguiu seu rumo, mudou de cidade, buscou seus interesses, e a história seguiu outra direção. Nos tornamos individuais, partidários, nos separamos.
Nossos pais nos ensinaram o caminho do Senhor, nos amaram, nos respeitaram, nos fizeram crescer no Senhor, nos instigaram a pregar o evangelho desde cedo, nos fizeram líderes em potencial, contudo alguns de nós se perdeu nesse interim contextual.
Hoje desfrutamos do cuidado de Deus, mas não como antes, vemos tudo com outros olhos, olhos mais vorazes, mais críticos, mais sofridos, mais emaranhados de lágrimas e decepções, mas o brilho dos olhos dos nossos pais ainda reluzem, não sei como, mas ainda cintilam esperança de dias melhores.
Quando Deus nos leva ao deserto é melhor mesmo irmos sozinhos, ou estarmos com alguém de nossa extrema e estreita confiança, senão corremos o risco de nos perdermos em nós mesmos.
Basta a cada dia seu mal. A palavra nos adverte. Por mais dificil que seja seu dia, ele acaba, e ao amanhecer, o por do sol, traz consigo a gloria de Deus e anuncia a majestdade e graça do outro dia que se inicia.
O Senhor é sol e escudo, graça e glória para os que o temem, nenhum bem sonega aos que nele confiam.
Eu confio no Senhor e sei em quem tenho crido, e sei que Ele é poderoso para ressuscitar meus mais adormecidos sonhos e me fará andar altaneiramente sobre qualquer desilusão noturna.
Por mais que o inimigo tente paralisar os servos do Senhor, ele não detém a marcha trinfante da Igreja invisível que caminha, ora cambaleante pelos constantes ataques, ora invencível pela firmeza dos passos do homem e da mulher que ama e ouve ao Senhor acima de tudo, que não partilha de jogos com cartas marcadas, votos comprados, profetas calados, cegos e indiferentes ao pecado que tão vorazmente destrói a comunhão das igrejas e arrasta ovelhas ao matadouro, em nome dos interesses próprios, do individualismo exacerbado, do Eu subliminar, do riso falso, do abraço traiçoeiro, do enxugar das lágrimas exultantes. Deus é contigo e te fará ver além daquilo que você sente, da dor que aperta, fé faz existir, creia e verá a glória de DEus, nessas ciscunstancias adversas. Tudo pode te faltar, apenas o Senhor não te faltará jamais. Sede sóbrios e constantes, vigilantes, sabendo que vossa obra não é vã no Senhor, ele é teu general e foi ele quem te alistou para essa guerra. Levante-se e arme-se do amor de DEus que é indestrutivel e poderoso para guardar seu depósito até o dia final. Fiel é que te prometeu.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

CONFISSÕES no Divã de Deus

 
Todos nós em algum momento de nossas vidas pensamos em nos sentarmos num divã, por algumas horas e horas, falarmos sem interrupções, as frases que se lançam e reprisam em nossa consciencia e subconsciencia, quando estamos em situações dificeis, sozinhas, conturbadas, perturbadoras, anciosas, tensas, depressivas, ou até extremamente felizes e realizadas, contudo sem ter muito com quem partilhar esse turbilhão de sensações que se confundem com sentimentos, emoções, decisões eu diria!, acerca de si mesmo, de alguém ou de uma situação inacabada do nosso passado conhecido ou não pelos outros, mas algo latente e gritante em nosso mundo interior que se contrapõe com o exterior de tal maneira que perdemos um pouco de nós mesmos e para disfarçar no mundo da competitividade, concorrencia desleal, aparencia, fultilidade, vazio existencial, contextos sobre pretextos, mecanismos de auto defesa, vestimos roupas e máscaras que mais escondem quem somos do que revelam o que de fato possuímos em nós.
Nesse jogo da vida, de encontros e desencontros, surpresas agradáveis e desagradáveis, encantos e desencatos, amores e dissabores, tensões e realizações, medo e coragem, força e fraqueza, utilidade e inutilidade, superação e perda, vemos que ao nos depararmos com nós mesmo, após cada batalha perdida ou vencida, deixamos um pouco de nós mesmos e vamos nos desintegrando essencialmente naquilo que deveríamos ter preservado, nossa intimidade, nosso casulo, nossa fase de transição, nosso projeto de arquitetura e designer "ainda em construção", nossa Paris e nossa Irã, Etiópia, e todos os lugares que residem em nós mesmos, nessa caminhada ora enfadonha, desconfortável, perigosa e aterrorizante, ora estonteante, calma, serena, pacífica, apaixonante, bela e encorajadora.
Hoje me descobri amando tudo o que encontrei em mim, ainda pouco precisei de uma terapia, chorei, gritei, lamentei, descri, e silenciei. Parei para ouvir o silencio dessa noite, que a princípio parecia trazer tempestade, contudo trouxe paz, uma paz jamais sentida até então, para alguns seria um encontro de almas, e talvez seja, o meu encontro comigo mesma, com o meu eu perdido e agora encontrado, estava com saudades de sonhar, idealizar, projetar, rir das bobagens, das minhas burradas, do meu destempero, da minha ansiedade, das minhas lamentações e não murmurações, ouví minha alma sorrí, tudo isso eu sentí ao me sentar no divã de Deus, nEle encontrei meu tudo e meu nada, meu amor e meu horror, entrei na minha caverna de terror, "o meu mito da caverna", lá encontrei realmente o fogo para me esquentar e iluminar, a umidade da estrutura rochosa que me cercava, mas também encontrei a proteção, a solidão, o choro contido e desenfreado de uma criança, que buscava um colo, um afago, um conselho, um gesto de cuidado e estima, lembrei da casa dos meus pais, da minha caverna amada e confortante, e ouví a voz do Senhor me falar, procurei onde ele estava, meus olhos, minhas lágrimas não conseguia vê-lo, mas eu ouvia ele me falando suavemente, "Vem minha filha amada, vem para os meus braços, vem descansar, aqui nessa caverna que formei em você, o recondito do meu tabernáculo, você habita firme e segura, absolutamente inatingível porque Eu sou contigo aqui, não temas eu te ajudo, a minha destra te trouxe até aqui, levante-se porque eu sou o teu sustento, o teu alimento, o teu bálsamo, o amado da tua alma, o teu terapeuta, eu te formei, eu te criei, eu te ví ainda no ventre materno, em substancia informe, eu conheço todos os teus dias, antes que eles cheguem até você,  eles passam pelo meu crivo, nada, absolutamente nada, escapa da minha visão, eu vejo além, a escuridão para mim é luz, Eu Sou o Senhor Teu Deus e Fora de Mim Não Há Outro, Agindo eu Quem Impedirá?", aí me levantei do meu divã maravvilhoso, me ajoelhei, me prostrei para agradecê-lo por me amar e falar comigo, e me revelar que na minha caverna de oração tem um jardim, com flores que brotam, e pela fresta da luz que entrava e eu nunca havia visto, também corria uma água pura, cristalina, que lava e rega aquela tão preciosa espécie que foi plantada e regada pelo jardineiro excelente que tem especialização em transformar desertos em manaciais, e cavernas em jardins secretos de oração. Aí lembrei que "o meu Deus segundo as suas riquezas SUPRIRÀ todas as minhas necessidades em glórias, pois fiel é o que me prometeu". (Filipenses 4:8). TE AMO NÃO PELO O QUE FAZES MAS PELO QUE TU ÉS, TU ÉS O AMADO DA MINHA ALMA! Então me pus em pé e o abracei como uma filha que ama e conhece o Pai de amor que tem. Obrigada Pai!

terça-feira, 6 de abril de 2010

Hoje sou uma ovelha muda e tosquiada...

Cuidado com os lobos devoradores deste século...

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Arrancando BAAL, o "deus do individualismo" das nossas entranhas!!!!



Texto: Malaquias 1:6-14.



Introdução: Vivemos dias difíceis e conturbados. Dias em que o amor a Deus e ao próximo é desnecessariamente desvalorizado e desprezado. Dias de grandes tulmutos, dias de guerras frias familiares, de pais contra filhos e filhos contra pais, de amigos que matam seus amigos, de vizinhos que roubam, enganam, e conjectura fraudar o que não lhe pertence, na ânsia de possuir o que é do outro, é o problema da propriedade privada em questão, o bem comum que perdeu seu lugar para o bem privado, peculiar, o capitalismo desenfreado que rouba a cena do que é moral, ético, sadio, frutífero. As relações sociais refletem uma profunda crise de identidade da modernidade, que na ambição de crescer a todo custo, não construiu em si alicerces firmes, antes se degradou pela sedução da medida do ter que nunca se enche, pela desenfreada busca pelo consumismo em que está inserida.




O que para nós tínhamos como referencia histórica e coletiva, como o bem maior que é a família, tomou forma de vulto fantasmagórico ao se deparar com o mundo que constrói para si seus próprios deuses, que denominaremos neste contexto de Baal. E a Igreja infelizmente não indiferente a esse contexto, e seguindo o rumo e o reflexo de suas famílias hoje moralmente afetadas pela ressaca histórica desse consumismo desenfreado, da perda de valores morais, do desconstruvismo social, intelectual, familiar, espiritual e emocional, com base no relativismo, em que tudo é validado pela experiência particular e genérica de cada um, como individuo, o homem passou a ser individualista na íntegra da questão peculiar, e assim, o coletivismo, o bem comum, o amor a Deus e ao próximo, tornou algo subjetivo, irreal, desnecessário, superficial e completamente descartável.

E nesse contexto em que vivemos Deus traz para nós algo bastante atual e pertinente acerca da nossa vida de adorador excelente.



Quem é esse tal de Baal?



Baal é um deus da antiguidade, muito adorado no mundo oriental, contra o qual os profetas bíblicos lutaram.





Mas hoje no nosso mundo moderno, Baal é nesse contexto, o nosso maior inimigo, por se tratar do individualismo desenfreado, em que todos nós comumente é seduzido ao nos deparamos com uma vitrine chamativa de uma loja de sapatos, roupas, jóias, aparelhos eletrônicos, ou um restaurante maravilhoso, requintado, ou uma viagem para a Itália, ou um carro 2010/2011, completo, vermelho ou preto, teto solar, direção hidráulica, tração nas quatro rodas, motor 200 cilindradas, ou uma casa branca, estilo europeu, paredes de vidro, com 6 quartos, mais dependência de empregada, duas cozinhas montadas, piso de tábua lavada, garagem para 4 carros, área para churrasco, salão de jogos, jardim planejado, grama verdinha, fonte luminosa, piscina com vários bangalôs, sauna, ou ainda um anel de ouro cravejado de diamantes, brincos de safira, colar de pérolas negras, pulseira cravejada de rubis cintilantes, enfim tudo aquilo que nos é atraente, sedutor, próprio do nosso sonho de consumo, a realizar, talvez a ilha do caribe de cada um.

O Baal de hoje, contudo, gera doenças irreversíveis na alma do homem e do mundo, pois obscurece o entendimento, rouba a sabedoria, destrói o alicerce familiar, e rotula as pessoas, e as distanciam umas das outras pelo que elas possuem, ou projetam de seus rótulos estereotipados.



Deus não recebe oferta suja, de animal impuro.



1. Se eu sou o Pai, onde está a minha honra?

No versículo 6. Deus não se agrada de adoradores mentirosos, falsos, profanadores, que dizem amá-lo contudo que negam seu nome, suas obras, seus feitos. Esses sacerdotes que o texto fala, ofereciam no altar, sacrifícios de animais doentes ou imperfeitos, invertendo, deste modo, os seus esforços, trazendo para si maldição e profanação, e tornando sujo algo que deveria ser puro.



2. Vós dizeis, em que desprezamos nós o teu nome?

Versículo 6 e 7. Desprezais, oposto de honrar e temer ao Senhor. Imundo significa impuro. Deus não é ofendido somente pelas impurezas cerimoniais, mas também pela atitude de menosprezo que se acha por traz de sacrifícios imperfeitos.

Muitas vezes temos sido como esses sacerdotes, tratando Deus com menosprezo, não valorizando suas obras, seu cuidado conosco, os livramentos visíveis invisíveis, as bênçãos recebidas, ignorado seu amor, seu zelo por nós, sua bondade.

E quando temos a oportunidade de agradecermos a Ele pelas suas obras, fazemos relaxadamente, mal feito, com menosprezo, louvamos nossas canções com tamanho individualismo que não conseguimos nos relacionar com Ele, lhe ofertando nosso louvor e adoração, através de frases de gratidão, e nem termos comunhão com os irmãos, porque não nos despimos de nossas roupas sujas, de ingratidão, de ignomínia, de desonra, e não conseguimos mergulhar na profundidade da adoração que agrada a Deus. Somos cantores técnicos, teóricos, potenciais, até cantamos no tom em harmonia, mas não com autenticidade, autoridade, amor, paixão.

Oferecemos sacrifícios imperfeitos, vazios, como que ao deus desconhecido! Trazemos animais cegos para sacrificar. A mesa do Senhor é desprezível.



3. Mas, com tais ofertas nas vossas mãos, aceitará ele a vossa pessoa? – diz o Senhor dos Exércitos.

Deus é o dono do Universo, o criador de todas as coisas criadas, o Todo Poderoso, o Rei dos reis, o Senhor dos senhores, o Médico dos médicos, o Mestre por excelência, o Juiz dos juízes, o Advogado por excelência, o grande Eu Sou e fora de mim não há outro Deus.

Nós suplicamos o favor de Deus, pedindo sua graça, mas nos achegamos a ele, como se Ele fosse alguém que além de não vermos, não acreditamos no seu poder, porque lhe tratamos como um qualquer, sem honra, sem glória, sem louvor. Por acaso, Deus se agradará de nós quando agimos com Ele com desprezo. Reproduzimos no nosso relacionamento com Deus, o mesmo desprezo que sentimos por alguém que não conhecemos.

Versículo 8, 9 e 10. Tomara que houvesse entre vós quem feche as portas, para que não acendêsseis, o fogo do meu altar. Eu não tenho prazer em vós, nem aceitarei da vossa mão a oferta. É fogo estranho.

Deus nos conhece na íntegra da nossa essência, ele vê além do que é aparente e belo por fora, ele vê o conteúdo, as intenções, ele conhece nosso coração, ele vê nossos pensamentos e atitudes, com o próximo, ele vê o que é oculto e revelado.

Adoração se faz com santidade. (I Cr 16.29).




4. Mas desde o nascente do sol até ao poente, é grande entre as nações o meu nome, e em todo lugar lhe é queimado incenso e trazidas ofertas puras, porque o meu nome é grande entre as nações, diz o Senhor.

Citações: Sl 29.2, Sl 96.5, Sl 132.7, Mt 4.10, Hb 1.6, Ap 13.8, Ap 22.8.

Versículos 11, 12, 13 e 14. E dizeis: Que canseira! Deus preparou um banquete para você, pare para sentar-se à mesa, e comer das delicias da plenitude da presença de Deus!

Pureza se começa pelos olhos, se teus olhos forem bons todo teu corpo será luminoso (Mt 6.22). Deus procura adoradores que o adorem em Espírito e em Verdade.(Jo 4.24). Não precisamos fingir na adoração, por que será tão desprezível quanto a adoração a falsos deuses, precisamos sim sermos sinceros e quebrantados, nos derramarmos como oferta viva sobre o altar, que pode até está em ruínas, precisando de uma reconstrução, contudo acender um fogo vivo, e agradável a Deus.

Não se fadigue daquilo que Deus tem preparado para você, ele tem planos maiores para sua vida, pensamentos mais altos que os vossos pensamentos (Is 55:8). Arranque Baal das suas entranhas!

A mesa do Senhor é pura e tudo o que se oferece sobre ela também. O Senhor preparou para nós uma mesa neste lugar, nesse momento de entrega e conquista, oferte seu louvor, sua gratidão, sua adoração com inteireza de coração, e você receberá a benção do Senhor, e a resposta que precisa. Agora ouça bem, a resposta de Deus pode ser sim, não ou espere!

Erga um trono de adoração no seu coração ao Deus imortal, invencível ao Único Deus seja glória e louvor para todo o sempre na sua vida!

quarta-feira, 24 de março de 2010

Tatuagens, piercings, lipoaspiração e maquiagem definitiva, são pecados?



O que é uma tatuagem? É uma expressão de arte.Um processo de introduzir sobre a pele (na epiderme), substâncias cortantes pera fazer desenhos e pinturas. É uma incisão sobre a camada da epiderme.
A tatuagem é em si uma das expressões artisticas mais antigas entre os nossos antepassados, como os índios, por exemplo, entre outros povos, que também usaram dessas incisões para expressarem suas crenças e costumes.
Também na Bíblia encontramos alguns relatos sobre essas práticas, que mais confundem a cabeça dos leitores pela interpretação dos seus explanadores ocidentais, descontextualizados, preconceituosos e mal informados, do que mesmo pelo contexto literal do texto, numa interpretação baseada na hermeneutica e exegese dos textos utilizados, para a proibição das tatuagens hoje. Com isso nos esquecemos de algumas outras práticas incisivas, sobre camadas mais profundas da pele, como algumas cirurgias plásticas desnecessárias, por exmplo, maquiagem definitiva nos olhos, nas sombrancelhas, entre outros procedimentos comumente aceitos pela sociedade cristã, que também são feitos por pura expressão de vaidade e valoração da beleza externa.
O engraçado é que ao contrário do que deveria ser o foque dos cristãos que tão preocupadamente defendem que a tatuagem é uma prática pecaminosa, após a confissão dos convertidos aos evangelho de Cristo, eles deveriam defender com o mesmo ímpeto, a exclusão de pecados abomináveis no seio da Igreja, como mentira, fornicação, adúlterio, contendas, fofocas, práticas sexuais ílicitas dentro e fora do casamento, alcoolismo, roubo, perjúrio, indiferença, heresias e vários outros problemas graves que permeiam tão ferozmente o meio gospel e evangelical e que nem incomodam mais, nem são vistos como pecados, uma vez que não são visiveis a todos, nem tem provas contundentes e ninguém quer se comprometer em defender o que de fato é ou não pecado, senão são vistos como confuseiros, e preferem ficar falando nos corredores sobre seus achismos... hipócritas e fariseus os que tais coisas fingem não perceber, e observam tão atentamente o argueiro no olho do irmão, e não tiram a trave dos seus olhos.
Se Jesus estivesse em nosso contexto hoje, provavelmente não estaria pregando nas grandes Igrejas, nas Sinagogas, mas nas ruas, nos prostíbulos, nos bares, nas haves, nos lugares onde a Igreja tem medo de ir, para não se contaminar, nem perder seus membros, ele combateria o pecado veementemente, e nos repetiria que nossa luta não é contra carne ou sangue, mas sim contra principados e potestades invisíveis, e que o que contamina o homem não é o que está exterioripado, mas sim o que sai da boca e flui do coração, por isso se teus olhos forem bons, todo teu corpo será luminoso, porém se forem maus, até a luz que habita em ti se tornará em trevas.
Lamentavelmente, o meio igrejeiro hoje, não recebe, nem acolhe, nem ama, nem cuida, nem ao menos vê o perdido como uma ovelha que precisa ser alcançada, respeitada e tratada, antes pelo contrário ele exclui, todas aqueles que estão fora dos seus padrões de usos e costumes institucionais, julga, condena e difama os que se propõem a buscar essas pessoas, e seguem numa corrida desenfreada para não perder seus membros de clube evangélico denominacional, e quando fazem um evento que deveria mais conscientizar os cristãos a se preocupar e amar os perdidos na íntegra, do que atáca-los e distanciá-los do evangelho, antes pelo contrário expulsa os tipos esquisitos que aparecem por lá e que eu mesma fui testemunha ocular.
Vivifica-me Senhor, não quero permitir mais o pecado, não quero cativar o cativeiro, não quero tolerar a Jesabel, quero ser puro, santo e fiel, e se for para cair que seja aos teus pés. Prefiro cair em tuas mãos do que nas mãos dos homens, em quem não acho misericordia nem amor!

"Afirmar que o corpo é templo do Espírito Santo é uma verdade inquestionável, só que o referido texto (I Co 6:19) fala de prostituição, de profanar o templo de Deus com o pecado, e nenhuma alusão a qualquer coisa que lembre tatuagens, piercings, comer pimenta, e afins.

Acredito que Deus possa falar ao coração de uma pessoa acerca de tatuagens, maquiagem definitiva, lipoaspiração e piercing’s, com o propósito da mesma não fazer, ou até mesmo retirar as que têm, não duvido disto, porém não podemos esquecer que Deus trata com cada um de forma pessoal. Os planos d’Ele para a vida de uma determinada pessoa não são os mesmos para a minha, e ambos podemos fazer a vontade Dele. Com certeza, Deus não faz acepção de pessoas, e sendo assim, exatamente por este motivo, uma pessoa que tenha os itens relativos a este pequeno estudo, podem ser alcançadas pela mesma graça redentora. Rebeldia é algo muito mais complexo do que tatuagem e/ou piercing. Desrespeitar os pais, não amar seu próximo, julgar as pessoas pela aparência, com certeza é rebeldia.

Interpretação de textos bíblicos, com base na hermeneutica e exegese:

Bem antes da época de Jesus, piercing’s e tattoo’s já existiam (Gn 24:22 e 47). Se “pendente de nariz” não é uma perfuração, então não sei mais o que é.
Poderemos ser a imagem de Jesus a partir do momento que vivermos o que ele viveu, cumprirmos seus designos e vontades, olhar as pessoas como Cristo olhou, sem preconceitos e verdades pessoais, mas cheio de bondade, amor e as “boas novas do evangelho”.

O que fazer?

O que a Bíblia fala: Se sua consciência (cristã, é claro) te condena, não faça.

PIERCINGS, EVANGELHO E CULTURA.
Sandro Baggio

Piercings estão cada vez mais comuns em nossos dias. Algo que há menos uma década era olhado com reprovação e preconceito, é hoje visto em homens, mulheres, jovens e até crianças. Se a sociedade parece estar aceitando esses adereços cada vez com mais naturalidade, os cristãos parecem confusos a respeito. Afinal de contas, a questão da aparência ainda é assunto de grande discussão e controvérsia em muitos círculos evangélicos.

A primeira coisa que precisamos ter em mente quando o assunto é aparência pessoal, é que se trata de algo que muda com o tempo e com o lugar. Usos e costumes estão diretamente ligados à cultura.

Basicamente uma cultura é formada por três elementos: cosmovisão (a maneira como um povo vê o mundo), sistema de valores (o que é importante para aquele povo) e normas de conduta (o modo como um povo se comporta, e isso dizem respeito tanto à vestimenta, como ao modo de se relacionar com os outros, etc.).

Culturas são diferentes de acordo com sua cosmovisão, valores e normas de conduta. Arrotar em público após uma refeição é totalmente aceitável (e até louvável) em certas culturas, e repugnante em outras. Uma mulher com os seios à mostra é normal em muitos países da África (onde a mesma mulher não pode exibir as pernas acima do tornozelo) enquanto que o mesmo é obsceno em outras partes do mundo. Beijar na boca em público é normal aqui no Brasil, mas pode levar alguém à cadeia em certos países islâmicos. Nestes mesmos países islâmicos, um homem não pode andar de mãos dadas com sua esposa, mas pode andar de mãos dadas com outro homem. No Ocidente tal prática evoca idéias de homossexualismo. E por aí vai. Todas essas coisas são formas de expressão cultural.

Podem ser um insulto ou algo escandaloso para os de fora (que não fazem parte da cultura), mas não são necessariamente erradas para quem é daquela cultura.
O fato é que nenhuma cultura é totalmente igual à outra e nenhuma cultura está acima da outra. João viu no céu povos de todas as tribos, raças, línguas e nações (grupos étnicos). Todas as culturas possuem elementos que precisam ser valorizados e outros que precisam ser transformados pelo Evangelho.

Sendo a aparência pessoal é uma questão de expressão cultural, esta aparência também muda de acordo com a cultura. Pinturas na face e no corpo estão presentes em diversas culturas. Na Polinésia, os nativos usam a tatuagem para escrever sua história familiar no corpo. A tatuagem e o piercing no umbigo eram comuns no Antigo Egito. Alguns povos usam piercing, brincos e outras formas de alteração do corpo (body modification ou simplesmente body modi).

O problema é que o mundo está ficando pequeno. Estamos nos tornando cada vez mais uma aldeia global. Esta globalização faz com que certos costumes que antes só eram vistos em algumas culturas isoladas e lugares remotos da terra, comecem a se tornar moda em todo o mundo. A tatuagem de henna é um exemplo recente desta realidade.

E quem são os responsáveis pelo lançamento da moda em nosso mundo? Os meios de comunicação em massa, que muitas vezes mostram artistas, músicos e cantores usando determinada roupa, adereço, estilos diferentes muitas vezes copiados por nós, ou porque não dizer, copiados de nós. Isto mesmo!!!

Citando dois exemplo: Os Rapper’s americanos não inventaram um estilo de roupa e ornamentos, eles já existiam, porém foram popularizados pela mídia. A popularização de alguns costumes orientais no Ocidente teve forte influência dos Beatles, quando estavam em sua fase “Flower and Power”. Muitas das batas, camisões e pantalonas que vemos hoje em nossas ruas, praças, e até na igreja, foram uma influência direta da que é chamada a “maior banda de todos os tempos”, porém, são “politicamente aceitas” por muitas de nossas lideranças.
A popularização do piercing foi em 1993 com o vídeo clipe “Cryin”, do Aerosmith, onde Alicia Silverstone apareceu com um piercing no umbigo. Uma banda de rock, uma balada romântica, uma jovem atriz linda. Elementos essenciais para fazer a moda pop ou cultura pop, que nada mais é do que uma mistura de culturas e costumes do mundo pós-moderno.

Leornard Sweet, professor metodista e um dos mais interessantes pensadores cristãos de nossa época, comenta sobre tatuagens e piercings em seu e-book recente “The Dawn Mistaken For Dusk”. Ele diz que, a razão pela qual “body modi” é o assunto nº.1 nas listas de discussões e bate-papos de jovens cristãos com menos de 30 anos nos EUA, é pelo fato disto fazer parte da cultura jovem pós-moderna atual (e quase global), uma cultura onde a imagem é altamente valorizada.

A ironia disso tudo é que cirurgias plásticas e implante de silicone são coisas cada vez mais aceitas pelos cristãos modernos. Tem personalidades famosas do mundo evangélico brasileiro com o corpo siliconado. Todavia, como diz Sweet, “Cirurgia plástica é uma forma severa de alteração do corpo. Isto é aceito, mas brincos e tatuagens, não são?”.

Na Bíblia lemos à história de Isaque que deu a Rebeca uma argola de seis gramas de ouro para ser colocada no nariz (piercing) e, após fazer isto, ajoelhou-se para adorar a Deus. Penso que se o primeiro ato fosse pecado ou considerado pagão, então Isaque não teria adorado a Deus em seguida.

No livro de Êxodo, percebemos que as mulheres dos hebreus usavam brincos e argolas, os quais foram oferecidos como oferta dedicada ao Senhor para a construção do Tabernáculo. Novamente, não penso que Deus aceitaria de seu povo ofertas que representassem costumes pagãos.

O texto mais intrigante para mim se encontra em Ez 16.11-12: “Também te adornei com enfeites, e te pus braceletes nas mãos e colar à roda do teu pescoço. Coloquei-te um pendente no nariz, arrecadas nas orelhas, e linda coroa na cabeça” (ARA), onde o próprio Deus diz que adornou Jerusalém com jóias, pulseiras, colares, argolas para o nariz e brincos para as orelhas. Ao que parece, tais adornos não eram uma ofensa ao Senhor.

Uma vez que a Bíblia parece não condenar o uso de piercing, por que deveríamos nós?

Nosso desafio não é condenar, mas orientar as pessoas (principalmente os jovens) para os riscos que existem em fazer estas coisas sem uma orientação profissional e cuidados de higiene e saúde.

A pessoa está consciente dos riscos de inflamação, doenças contagiosas e “efeitos colaterais” diante da sociedade? Está consciente de que algumas alterações são irreversíveis e, mesmo diante da possibilidade de reversão, podem deixar marcas para o resto da vida? Mais ainda, precisamos falar sobre questões de identidade, valor pessoal e auto-imagem. Pois são estas as questões mais importantes para quem está considerando qualquer forma de alteração do corpo, seja uma plástica no nariz, implantar silicone, colocar um piercing ou fazer uma tatuagem.

TATUAGEM
EXEGÊSE E HERMENÊUTICA

Podemos perceber que a palavra tatuagem tem sido muitas vezes tratada de forma repugnante no meio cristão, mas nem sempre é explicado o porque.
O propósito deste breve estudo é analisar a palavra utilizando o contexto em que ela foi empregado para assim, compreendermos o seu emprego nas Escrituras.

REFERÊNCIAS BÍBLICAS:

Lv 19:27-28 – “Não farão calva na sua cabeça e não cortarão as extremidades da barba, nem ferirão sua carne. Santos serão ao seu Deus e não profanarão o nome do seu Deus, porque oferecem ofertas queimadas do SENHOR. Pelos mortos não dareis golpes na vossa carne; nem fareis marca alguma sobre vós. Eu sou o SENHOR.”

Dt 14:1-2 – “Filhos sois do SENHOR, vosso Deus; não vos darei golpes, nem sobre a testa fareis calva por causa de algum morto”. Porque sois povo santo do SENHOR, vosso Deus, e o SENHOR vos escolheu de todos os povos que há sobre a face da terra, para lhe serdes seu povo próprio.

ANÁLISE DOS VERSÍCULOS

- Não ferireis a vossa carne. -
Essa é uma proibição contra as mutilações. Muitos povos pagãos lamentavam-se desse modo pelos mortos. Quem lamentava por um morto cortava-se como se fosse um sinal de consternação pela morte de um parente ou amigo, pensando que isso adicionava algo à sinceridade de sua lamentação. Tais atos eram estritamente proibidos em Israel. (Jr 16:6, 41:5; Lv 21:5 e Dt 14:21).

- Nem fareis marca nenhuma sobre vós.
A tatuagem era praticada entre várias nações antigas, algumas vezes em conexão com as práticas da idolatria. Figuras, marcas ou letras eram tatuadas sobre a pele mediante a injeção de tintas na epiderme. Queimar com ferro em brasa era outra maneira de tatuar. Um escravo tinha a marca de seu proprietário impresso sobre ele; as prostitutas também eram assim marcadas; palavras sagradas eram tatuadas na pele dos adoradores pagãos.

- Eu sou o Senhor.
Essa forma, como aquela mais completa, “eu sou o Senhor teu Deus”, assinala divisões no livro de Levítico, o que acontece por dezesseis vezes, só neste capítulo dezenove de Levítico.

Formar os cabelos em curva redonda nas têmporas e na barba, ou a incisão de padrões na pele faziam parte das práticas pagãs de luto, e, como tais, eram proibidas. Desfigurar a pele, que provavelmente incluísse alguns emblemas das divindades pagãs, desonrava a imagem divina de Deus. A perda de um ente querido devia ser aceita como parte da vontade de Deus para a vida do indivíduo, e nenhuma tentativa deveria ser feita para propiciar o falecido de qualquer maneira.

ANÁLISE LEXOGRÁFICA

Esta palavra portuguesa vem do Taitiano “tatau”, a reduplicação da palavra “ta”, que significa “marca”, “sinal”. Está em foco, uma marca indelével, feita mediante técnicas próprias, picando a pele e inserindo algum pigmento sob a mesma. Embora, provavelmente, não haja nenhuma alusão direta à técnica da tatuagem nas páginas da Bíblia, essa tem sido considerada uma interpretação possível em três situações aludidas na Bíblia, a saber:

1. Oth – sinal

Palavra usada por setenta e nove vezes no Antigo Testamento, conforme se vê, por exemplo, em Gn. 1.14; 4.15; Ex. 4.8,9, 17, 28,30; Nm. 14.11; Dt. 4.34; 6.8,22; Js. 4.6; Jz. 6.17; I Sm. 2.34; II Rs. 19.29; Ne. 9.10; Sl. 74.4,9; Is. 7.11,14; 8.17; Jr. 10.2; Ez. 4.3; 20.12,20.

O termo Grego correspondente é semeîon – sinal -, usado por quarenta e oito vezes, conforme se vê, por exemplo, em: Mt. 12.38; Lc. 2.12; Jô. 2.18; At. 2.19, 22, 43; Rm. 4.11; I Co. 1.22; II Co. 12.12; II Ts. 2.9; Hb. 2.4; Ap. 15.1.

2. Chaqaq – gravação, cavar

Com esse sentido, é usada por duas vezes: Is. 22.16 e 49.16. Na última dessas referências, a idéia é que, gravando os nomes de Seu povo em Sua mão, jamais se esqueceria deles.

3.Seret – incisão, corte

Essa palavra só aparece em Lv. 19.28, onde se lê: “Pelos mortos não ferireis a vossa carne; nem fareis marca alguma sobre vós. Eu sou o SENHOR”. O termo Seret é traduzido ali como ferireis. Isto pode até parecer uma clara proibição do uso de tatuagens, entre os judeus.

Alguns tem pensado que o trecho de Lv 19.28, sem dúvida, alude à prática da tatuagem. Mas, embora algumas versões estrangeiras tenham traduzido o vocábulo hebraico seret, ali usado, como tatuar, os estudos feitos quanto aos costumes de lamentação e luto pelos mortos indicam freqüentes associações de cortes feitos no corpo ou pinturas, com o raspar dos cabelos, mas nunca com tatuagens, que se revestem de outro sentido. Por semelhante modo, qualquer situação retratada nas Escrituras que possa ser interpretada como indício da prática das tatuagens tem base meramente conjectural, e não se escuda sobre qualquer inferência etimológica ou etnológica.

CONCLUSÃO
Nos comentários das Bíblias de Estudo de Genebra e Plenitude, apenas relatam o fato de não marcarem o corpo com mutilações por causa dos mortos, não referindo diretamente à prática de Tatuagem.

Contudo observando historicamente as práticas de outras nações, o povo de Israel é advertido a não praticar tais atos para que não fossem confundidos, e por tais atos estarem diretamente ligados à idolatria e à prostituição.
No âmbito geral da situação, percebemos que isso era uma prática cultural, não transcendendo, em alguns casos, aos dias de hoje.

É importante lembrar, que não devemos ser escândalo para nossos irmãos:Rm 14:13 – “Portanto não nos julguemos mais uns aos outros; antes o seja o vosso propósito não pôr tropeço ou escândalo ao vosso irmão”.II Co 6: 3 – “… não dando nós nenhum motivo de escândalo em coisa alguma, para que o nosso ministério não seja censurado”.
A prática da tatuagem nos dias de hoje tem sido uma forma de expressão por parte de muitos jovens. Ao contrário dos tempos em que Israel foi advertido, a tatuagem hoje tem um sentido bem diferente. Isso não isenta algumas culturas de praticarem o ato como forma de idolatria, mas no Brasil o sentido tem sido apenas uma forma de expressão.

Meu comentário pessoal e crítico sobre o assunto é que a tatuagem não impede a pessoa de ter um relacionamento intimo com o Senhor, porém deve-se observar alguns pontos antes de se fazer uma tatuagem.Devemos antes de tudo preservar a santidade, no que se diz respeito ao corpo e o fato de que podemos estar servindo de motivo de escândalo e zombaria de outrem.

Todas as palavras acima também são cabíveis ao uso de Body Piercing, Cirurgias Plásticas, Lipoaspirações e qualquer tipo de dilaceração do corpo que não seja necessário à saúde. Sendo assim, toda forma de dilaceração que não há envolvimento com os rituais pagãos não se encaixam em Lv. 19:28 – Texto esse que muitos tomam como base para proibirem a tatuagem.

Apenas um pequeno comentário acerca de um erro de exegese ocorrido por quem defende o uso de tatuagens, mostrando assim que uma tradução mal feita do texto da margem para erros de ambas as partes:

Apocalipse 19:16: “No manto, sobre a sua coxa tem escrito o nome: Rei dos reis e Senhor dos senhores.”
Em algumas versões, o termo “escrito o nome” é trocado por tatuado.

Vamos quebrar a frase:

Sintaticamente, temos o seguinte:

- Sujeito da Frase: Coxa
- Objeto Direto da Frase: Nome
- Vocativo referente ao sujeito: No Manto

Por definição temos que vocativo é:

“…É uma referência à 2ª pessoa, um apelo, um chamado, e é usado para o nome que identifica a pessoa (animal, objeto etc.) a quem se dirige e/ou ocasionalmente os determinantes de tal nome. Uma expressão vocativa é uma expressão de referência direta, em que a identidade da parte a quem se fala é expressamente declarada dentro de uma oração…” (retirado do Wikipedia)

Portanto, o que quer dizer na frase não é que o nome esteja tatuado na coxa, mas sim escrito no Manto na altura da coxa.

Vamos ao original em Latim:

19:16 – et habet in vestimento et in femore suo scriptum rex regum et Dominus dominantium.

Ressalto que o verbo empregado é SCRIPTUM, ou seja, escrito!!! Para que seja tatuado, o verbo a ser utilizado deveria ser PINGERE, ou seja:

19:16 – et habet in vestimento et in femore suo pingerum rex regum et Dominus dominantium.

Em Grego temos:

19:16 – kai ecei epi to imation kai epi ton mhron autou to onoma graphammenon basileuV basilewn kai kurioV kuriwn.

O verbo “escrever” em grego é: graphon; já o verbo “tatuar” em grego é: prosanagrapheia.

O QUE É ESCANDALIZAR???

Alguns preferem adotar uma postura mais defensiva sobre o assunto sem se aprofundar demais em debates, dizendo que tais adereços devem na verdade ser evitados porque são “escândalo”.

Não devemos “escandalizar”. Mas o que é “escândalo”?

Jesus disse que “é impossível que não venham escândalos, mas ai do homem pelo qual eles vêm! Melhor fora que se lhe pendurasse ao pescoço uma pedra de moinho, e fosse atirado no mar, do que fazer tropeçar a um destes pequeninos.” (Lucas 17:1,2).

A conclusão lógica a que chegamos então é que se eu uso um visual diferente do resto da massa e alguém me vê e se “escandaliza” (no sentido que eles dão à palavra), então, de acordo com o versículo, seria melhor que alguém amarrasse uma pedra de moinho no meu pescoço e me jogasse no mar.

Será isso que Jesus quis dizer? Creio que não.

A palavra “escândalo” no grego é “skándalon” (de onde se derivou a palavra portuguesa escândalo) e significa tropeço ou armadilha, símbolo daquilo que incita ao pecado ou à perda da fé.

Escândalo é todo ensino, palavra, obra ou omissão que incita o outro a pecar.

Um visual underground por si só não é escândalo no sentido bíblico do termo. Escândalo seria, em nosso caso, o exemplo citado anteriormente neste texto em que uma mulher é levada a usar um piercing no umbigo apenas por uma motivação luxuriosa. Agindo assim, ela voluntariamente poderia despertar em outras pessoas desejo sexual por estar expondo determinada parte de seu corpo, ou seja, poderia estar incitando alguém a pecar. De outra forma, não é escândalo.

Particularmente, conheço muitas mulheres (não cristãs inclusive) que têm piercing no umbigo mas que nunca vi usando uma blusa que o expusesse; dizem que o usam simplesmente porque gostam. Não há problema algum nisso.

Quando os setenta (ou 72, há dúvidas) tradutores do Velho Testamento para a língua grega (a Septuaginta), por ordem e encomenda de Ptolomeu II, encontraram um termo hebraico que se referia ao comportamento que levava a uma “queda” moral – o que não tinha exata tradução – socorreram-se da palavra grega clássica skandalon, “obstáculo”, algo que causava um tropeço. Uma pedra no meio do caminho, por exemplo, era skandalon. Fossem paisagens tropicais, skandalon podia ser uma simples casca de banana.

A palavra passou-se depois para a Bíblia latina, a Vulgata, onde se encontra, em várias passagens, a palavra scandalum. O sentido moderno de “escândalo” evoluiu, e não é mais só a causa de uma queda; é também o seu efeito público. Por outro lado: se dissermos ser salutar evitar um escândalo, soaremos… óbvios.

Óbvio? Pois ÓBVIO é – na raiz – precisamente isso, “o obstáculo evitado”, já que é formação latina de ob-, “em direção a” + viam, “caminho”, estrada”, donde o “óbvio” ser um caminho livre, é claro! [Francês medieval SCANDALE, “causa de pecado” COM RELAÇÃO À SENSUALIDADE E VAIDADE…

Bom, na grande maioria das vezes, o piercing, a tatuagem, a maquiagem, a cirurgia plástica tem caráter puramente estético.
A sensualidade não está no piercing ou tatuagem que uma determinada pessoa possa estar usando, independente do lugar, mas está na pessoa.

Existem pessoas tão “sem sal” que mesmo esta usando a roupa mais decotada do mundo, um piercing do tamanho de um puxador de cortina, ela continua “apagada”. De contra partida, existem mulheres e homens, que independente de acessórios, chamam a atenção para si quase que naturalmente.
Dentro de nosso contexto evangelical, acho que o melhor a se pensar é o porquê de você querer usar um piercing ou uma tatuagem, independente de qualquer outra coisa.

Uma pessoa que não usa “nada”, pode ser muito mais vaidoso que eu, por exemplo (este “nada” acima esta diretamente ligado ao fato de não ter nenhuma tatuagem ou piercing, mas usar um terno “Armani”, uma Gravata “Louis Vuitton”, uma caneta “Mont Blanc”, Cuecas “Christian Dior” ou mesmo um relógio “Tag Heuer”).

Vaidade é tudo aquilo que toma o espaço de Deus em nossa vida, o vazio completado pelo vazio.

Alguém pode aparentar ser “a pessoa mais humilde de mundo”, e usar desta sua “humildade” para se alto promover, mostrando as demais que é mais humilde que elas (soberba). Estranho, né??? Mas, infelizmente, real.
Fiz esta ressalva, a fim de deixar claro o meu ponto de vista acerca da sensualidade.

Em um site “Gospel” (porque protestante e/ou evangelical não é e nunca será…), li certa vez que para cada piercing que uma determinada pessoa aplica, a mesma consequentemente “abre brechas” para um determinado demônio atuar em sua vida:

Nariz – significa “domínio”;
Sobrancelhas – “aprisionamento da mente”;
Orelhas “aprisionamento em áreas específicas”;
Umbigo – “males digestivos”;
Lábios – “domínio da fala”;
Genitais – “prostituição”.
Será que os cravos colocados em nosso salvador abriram brechas para demônios no momento da crucificação???

Isto é ridículo, patético e sem nenhuma base hermenêutica nem exegética. Nada disto é mencionado na bíblia.

Qual a fonte então??? Algum demônio disse, pois se está for à fonte, menos crédito devemos dar, pois é sabido de todos que ele é o “Pai da Mentira”.
Entristece-me saber que a falta de sinceridade, de conhecimento teológico e em casos extremos, de caráter em alguns ministérios, faz com que mentiras sejam ensinadas a pessoas simples, única e simplesmente por medo de se perder o controle das mesmas que ali congregam ou de ser criticado por pessoas religiosas e cheias de si, mas com muito pouco de Deus…
…e o pior, comprova a carência de bíblia e a falta de sabedoria de muitos evangelicalistas.

PROIBIR É MAIS FÁCIL QUE ENSINAR…

Deus nos abençoe muito".

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

CHAMPLIM, RUSSEL N. – Antigo Testamento Interpretado Versículo por Versículo. – Ed. Hagnus.
CHAMPLIM, RUSSEL N. – Enciclopédia da Bíblia Teologia e Filosofia – Vol. 6-S/Z – Ed. Hagnus.
BOYER, O.S. – Pequena Enciclopédia Bíblica. – Vida.
HARRISON, R.K. – Levítico – Introdução e Comentário – Ed. Mundo Cristão.
MACHO, ALEJANDRO DIEZ; BARTINA, SEBASTIÁN – Enciclopédia de la Bíblia – Vol. 6-Q/Z – Ed. Garriga.
YOUNG, BRAD H. – Comentário de Levítico – Bíblia de Estudo Plenitude.
Vários Teólogos – Comentário de Levítico – Bíblia de Estudo de Genebra.
BAGGIO, SANDRO – Material disponibilizado pela internet (pastor do Projeto 242 em São Paulo).
FAGURY, SAMUEL LIMA – Material disponibilizado pela internet

Dicas...

Dicas

Ás vezes precisamos de algumas orientações simples e básicas, e que costumeiramente não encontramos com facilidade, contudo quando nos dispomos a procurar o que precisamos, sempre encontramos ao nosso alcance, algumas dicas que nos salvariam de problemas futuros, como por exemplo, evitar fazer algumas misturas de tecidos, estampas, e estilos num mesmo look no dia à dia, ou num dia de festa. Que por mais que vc ouse usar, pode até impressionar num primeiro momento, contudo pode vir a chocar, ou escandalizar alguém, pelo excesso ou abuso, de alguma tendencia que não combina com seu estilo ou visual, portanto defina bem sua identidade através do que vc usa e assim vc também atrairá pessoas que como vc se identificam em alguns aspectos, e assim juntos vcs podem desfrutar do que lhes é comum. Use o espelho, e ouça a opinião de alguém que sabe mais do que vcê naquele assunto.
A palavra é sutileza no vestir-se, espiritualmente e fisicamente tb!

Minha vida cabe nas malas que carrego...

Minha vida cabe nas malas que carrego...

A beleza da mulher


A beleza da mulher ou do homem se revela na essência e não na transparência do vestir-se, ou na profundidade dos decotes, ou na compressão dos jeans com strech, ou nas regatas, bermudas, ou naquilo que deveria apenas adornar para realçar o que de fato ela tem na íntegra, algo que vai além do que é visivel e paupável.
O olhar com singeleza e transparência, a boca com doçura e sem leviandade, o aroma que satisfaz e exala o bom perfume de Cristo, as mãos que seguram e sustentam-se na destra fiel do Pai da eternidade, os pés que caminham rumo ao alvo, e a consciência pura e apologética de que precisamos remir nosso tempo pois de fato, os dias são maus.
Busco insistentemente melhorar àquilo que precisa ser retocado no meu eu, não apenas na minha aparência, mas principalmente naquilo que é transparente e que compõe minha essência de uma mulher que ousa andar segundo a vontade de Deus!

Eu curto Vintage

Eu curto Vintage

Cotidiano é diferente de rotina...

Aprendí com os filósofos que rotina é diferente de cotidiano, sou alguém que foge das inutilidades superficiais dos falatórios alheios, e "hoje" em alguns momentos até ignoro algumas situações, para evitar o confronto ou constrangimento desnecessário... para não perder o bom senso... mas isso é muito difícil, é um objetivo diário...

SOU ALGUÉM EM CONSTRUÇAO, que se permite errar e consertar, falhar e pedir perdão sem titubear, e "hoje" entendo claramente que perdão é atitude e não sentimento!!!!



O Senhor vê além do óbvio e visível!!

O Senhor vê além do óbvio e visível!!

Feliz natal em família

Feliz natal em família

Teus olhos estão sobre mim Senhor

Teus olhos estão sobre mim Senhor

Família na praia...

Família na praia...

Meu amor!!

Meu amor!!

Amigas especias!!!!

Amigas especias!!!!

Ministrando aula sobre Platão

Ministrando aula sobre Platão
Tb é uma paixão!!!

Tb amooooOOO

Tb amooooOOO

Com a galera...

Com a galera...

Amigos

Amigos

AmoooOOO vcssss

AmoooOOO vcssss

Missões é uma prática diária...

Missões é uma prática diária...
Não um clichê!!!

Noite especial

Noite especial

Depois cinema básico com a galera!!!

Depois cinema básico com a galera!!!

A Banda

A Banda
Que me ensinou a olhar para os malucos sedentos da Palavra!!!

Mãe, sobrinha, irmã e pai

Mãe, sobrinha, irmã e pai

Programa Oficina de Deus

Programa Oficina de Deus

Quero ser como criança

Quero ser como criança
Para me deliciar com coisas tão simples e baratinhas + tão saborosas!!

Mardunas - Natal

Mardunas - Natal
Acampamento Bola de Neve Church

Isa, eu e Rafinha

Isa, eu e Rafinha

Deus tem seus planos!!!!!!!!

Deus tem seus planos!!!!!!!!

Abra sua mente para ver a grandeza

Abra sua mente para ver a grandeza
A excelência da Palavra de Deus