Memórias metafóricas...

Memórias Metafóricas de Uma Mulher...

Quando pensei em criar um blog, pensei em algo interativo, dinâmico, monocromático, e simultaneamente colorido, multifacetado, diversificado, eclético, teológico, abrangente, etc. e tal, que me permitisse divagar pelas minhas ideologias, fantasias, pretenções, sensações, percepções e concretizações, um diário de bordo, que pertence a alguém que busca conhecimento nas mais distintas áreas e situações, uma mulher que além de feminina, sabe se impor e transpor seus limites e alcançar novos parâmetros na busca de uma auto estima construída com oração, amizade, companheirismo, intimidade, distância, bom senso, caráter, humor, prosa e poesia também, leitura, música de qualidade, recursos tecnológicos, livros, revistas, jornais, coisas que acrescentem a vida, conteúdo que pode ser dividido e repartido... e que vale a pena comentar!!!

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

A importância dos amigos

 
“O homem que tem muitos amigos pode congratular-se, mas há amigo mais chegado que um irmão”.
                                                                                                                           Provérbios 18: 24.
O Poeta Samuel Taylor certa vez descreveu que “a amizade é como uma árvore protetora”. Quão bela descrição desse relacionamento tão especial! Ao ler essas palavras penso em meus amigos como enormes árvores frondosas, que estendem seus ramos sobre mim, oferecendo sombra, cuja presença é uma proteção contra as rajadas do vento de inverno e solidão. Uma grande árvore protetora isso é uma amigo verdadeiro! Assim como o poeta, o sábio Salomão também registrou a importância do amigo na sinceridade da intimidade diária.
           A AMIZADE é de fato uma árvore protetora. Na amizade encontramos as mãos de Deus ministrando, animando, dando e apoiando.
           Você pode se admirar, ao saber, que as palavras amigos, amigavelmente e amizade aparecem mais de 100 vezes nas Escrituras. DEUS DIZ MUITO A RESPEITO DOS AMIGOS!
           Todos nós somos seres relacionais e por isso carecemos de construir relacionamentos frutíferos e sadios ao longo da nossa história, precisamos ter ao nosso redor pessoas nas quais podemos confiar e partilhar nossos sonhos, projetos, segredos, problemas e vivencias diárias.
            Existem, portanto algumas verdades sobre os amigos irmãos, nas quais queremos nos deter e avaliar o grau de intimidade nesses relacionamentos que estamos construindo na vida cristã.



Existem três verdades sobre os amigos:

I)                  OS AMIGOS SÃO ESSENCIAIS.

AMIZADE = Sentimento fiel de afeição, estima ou ternura entre pessoas que em geral não são parentes nem amantes, apreço.

AMIGO = Que é ligado a outrem por laço de amizade, amigável, companheiro, protetor.

Não existe substituto para um amigo verdadeiro, alguém que se importe com o outro, que ouça, console, sinta, conforte, confronte e repreenda.

Alguém já disse, “que os amigos são os irmãos que escolhemos”.

Os amigos não são opcionais, mas sim essenciais, imprescindíveis, insubstituíveis, é um relacionamento de amor e conquista sem barganha.



II)               OS AMIGOS NÃO SÃO AUTOMÁTICOS, PRECISAM SER CULTIVADOS.

É necessário cultivar um relacionamento de amizade, numa busca constante pela confiança mútua, e pela descoberta diária das qualidades e defeitos.
É preciso reavivar constantemente esse cultivo, como acontece com uma árvore que plantamos que precisa de cuidados específicos, como ser regada, podada, apreciada... Até que dê frutos.



III)            OS AMIGOS NÃO SÃO NEUTROS NEM OMISSOS, ELES CAUSAM IMPACTO EM NOSSAS VIDAS.



Citação: I Corintios 15:33.

“Não vos enganeis: as más conversações corrompem os bons costumes”.


Nossos amigos causam influência em nossa vida, eles ocupam lugar de destaque e por isso a opinião deles tem importância nas nossas vidas.
Como diz a Palavra devemos nos policiar quanto as nossas amizades, pois as más conversas, infrutíferas geram problemas e as vezes separam os maiores amigos, alem de corromper os bons costumes.

CORROMPER = deteriorar, decompor, alterar, perverter, induzir a realizar ato contrário a ética, apodrecer.

Devemos escolher nossos amigos com cuidado e bom senso, pois são eles que estarão conosco na nossa intimidade, na nossa família, nos nossos relacionamentos, no nosso círculo íntimo.

Os amigos não devem ser omisso nem neutros, pois os que assim se comportam, não querem se comprometer numa amizade genuína e frutífera.

Os amigos sinceros emitem opinião própria, tem personalidade definida e deixam marcas nas nossas vidas. Marcas de amor e não de dor. Cicatrizes que trazem gozo, porque são frutos de aprendizado mútuo. Amizade que cresce que se desenvolve.

Se você quer ser sábio, escolha amigos que lhe acrescentem, que lhe permitam crescer em amor e integridade, amigos que lhe permitam ser você mesmo sem titubear, que lhe permitam errar e acertar.




HÁ QUATRO NÍVEIS DE AMIGOS:

A)   Amigos conhecidos.

São àquelas pessoas com quem temos contatos irregulares e interação superficial. Deslizamos apenas pela superfície com os conhecidos.
- Como Vai? – E respondo: Bem! Muito Bem!
(Na verdade, não estou bem, mas não posso dizer-lhe isso, é apenas um conhecido!).



B)    Amigos casuais.

São àqueles com quem temos mais contatos, interesses comuns e com quem podemos ser mais específicos nas conversas. De vez em quando até chegamos a buscar a opinião de um amigo casual, embora continua havendo uma certa distância entre nós.

C)    Amigos chegados.

São àqueles com quem compartilhamos objetivos de vida semelhantes e com quem discutimos as questões difíceis. Fazemos planos juntos, exercícios, nos socializamos e algumas vezes até saímos juntos de férias.



D)   Amigos íntimos.

São àqueles poucos com quem temos contato regular e um profundo compromisso. Não apenas somos abertos e vulneráveis com essas pessoas, como aguardamos ansiosamente o seu conselho. Os amigos íntimos se sentem livres para criticar e corrigir, assim como para abraçar e encorajar, porque a confiança e a compreensão foram estabelecidas entre eles.



CONCLUSÃO:

Todos esses níveis de amizades são importantes, mas o mais importante é de fato os amigos íntimos. Os que não tem amigos íntimos são seres solitários. Todos precisamos pelo menos de uma pessoa com quem possamos ser francos e sinceros, além de carecermos de alguém que nos ofereça proteção e apoio, encorajamento e até duras verdades e confronto em momentos decisivos. Amigos são árvores de proteção e refúgio. JESUS O NOSSO EXEMPLO MAIOR!!!



HÁ 4 CARACTERISTICAS DE UM AMIGO ÍNTIMO:SEJA UM!!!!

·        ELE ESTÁ DISPOSTO A SACRIFICAR-SE;
·        ELE É UM DEFENSOR LEAL PERANTE OS OUTROS;
·        ELE DÁ LIBERDADE PARA VOCÊ SER QUEM VOCÊ É;
·        ELE É UMA FONTE DE ENCORAJAMENTO.

 Ao analisar, meu circulo de amizades, percebí que tenho vários tipos de amigos, contudo cada um deles em espécial, ocupa um lugar decisivo num momento da minha história de vida, alguns permanecem nesse relacionamento contrustivista, outros abandonaram a caminhada e não irrigaram nossa rosa íntima, do nosso mundo maravilhoso de sorrisos, lágrimas, segredos, aventuras, conquistas, descobertas, olhares, e não partilharam mais suas experiências, optaram apenas pela lembrança de um tempo que ficou no passado da memória do coração!
A todos os meus amigos, presentes e ausentes dedico essa mensagem de gratidão  participação na minha vida, com momentos únicos, inesquecíveis, insubstituíveis, e meu amor e dedicação, e saibam todos que no meu coração a porta continua entre-aberta, aos que querem retornar e ficar. Um beijo no coração!




quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Tu és meu bem maior!!!



De que me valeria ganhar o mundo inteiro e perder a alma?
E perder a única razão de ser?

Desde que O encontrei, tudo mais eu desprezei, só quero ter a Cristo e ser achada N'ele,
Só quero conhecê-lo e o Seu poder.

Senhor,
tu és a minha herança, Tua presença, o meu bem maior, nada se compara,
nada é mais importante, Tua presença é melhor que ouro e bens delícias
eternas achei em tua presença.

Nenhuma conquista, nem conhecimento, nenhuma alegria é maior que Tua presença!

Meu eu em Você - Buddypoke

Integridade e oração


TEXTO: MATEUS 6:5-8.

INTRODUÇÃO: Vivemos dias superficiais e por isso devemos buscar agir com transparência e verdade nas mais diversas situações. As coisas simples do dia a dia revelam o caráter da humanidade individualista e materialista, exibicionista por natureza e competitiva por opção do mundo capitalista, cada um na sua busca de superação tenta expor de forma marcante seus pontos fortes, suas supostas qualidades, enfim é a lei da sobrevivência no mundo pós-moderno. Já há algum tempo a aparência fala alto, e a eloqüência se destaca. Na cultura grega romana, o exibicionismo também ocupava lugar de destaque, a retórica, os costumes, os títulos, as leis e seus cumprimentos revelavam as obras e a conduta, como argumento de fidelidade a Deus, em contrapartida, também revelava o caráter dos homens que se julgavam superiores aos demais.

ELUCIDAÇÃO: O texto revela em si a simplicidade do Evangelho de Cristo, a naturalidade com que ele expõe os mais complexos problemas existenciais do homem, naquela cultura tão cheia de formas e normas, ele viu e destacou a sistemática da oração genuína, pura e cristalina. Deixou-nos o modelo da oração singular e individual, nos ensinou que a hipocrisia não faz parte do caráter cristão. No versículo 5, ele inicia seu sermão nos ensinando a fugir do padrão hipócrita da época, quando os fariseus, oravam em pé nas sinagogas e nas praças, atraindo para si as atenções, afirmando que os tais já receberam a tal recompensa que procuravam o reconhecimento público. No versículo seguinte e nos demais ele nos deixa um belíssimo ensinamento. De que não há hora, lugar, platéia, discurso, repetições, apelações, rezas, títulos que substituam a integridade da oração verdadeira, que é fruto de uma adoração genuína e individual, reconhecendo Deus, como nosso Pai em seus atributos incomunicáveis de onipotência, onipresença e onisciência.

PROPOSIÇÃO: O CORAÇÃO DO HOMEM É REVELADO NA ORAÇÃO SINCERA A DEUS.

SENTENÇA DE TRANSIÇÃO: O QUE SE REVELA NA SUA ORAÇÃO?

I)                   REVELA  INTEGRIDADE?

No versículo 5, do texto, percebemos numa exposição profunda que os anseios do coração do homem são revelados nas suas orações e atitudes. Cristo faz uma alusão bastante enfática da conduta hipócrita dos fariseus, que tinham o hábito de serem presunçosos e arrogantes no seu muito falar, usando sua posição de destaque, ficando em pé nas praças e sinagogas, buscando o reconhecimento daqueles que os assistem.
O contexto traz a palavra orar com o objetivo de pedir, rogar, suplicar. Ou seja, a oração deles não expressava visivelmente esse caráter cristão de humilhação. Alguém que suplica não ostenta arrogância, visto que está ali pedindo algo.

Aplicação: Como cristãos devemos entender que sempre que quisermos falar com Deus carecemos entender a nossa condição de miseráveis pecadores, ainda que remidos, mas réus confessos pelo pecado que nos afasta diariamente da presença de Deus e que apenas em humilhação nos reconciliamos com o Pai através da oração, e essa não pode ser fingida.

II) REVELA INTIMIDADE?

      No versículo 6 e 7, vemos Cristo nos deixando um padrão de busca pela intimidade com o Pai, e esta é adquirida em oração e adoração individual e na maioria das vezes em secreto, quando somos intimamente tocados pela onipresença de Deus em sua imanência comunicada a nós, através do Espírito Santo que em nós agora habita. Naquele contexto, as luzes apagadas e o silêncio apresentavam-se opostas a cultura grega romana que ensinava o culto à aparência e eloqüência da exegese e suas falácias. Cristo nos ensina que nossa oração deve revelar nossa individualidade, nosso coração, nossa essência de adorador que conhece sua posição de servo, não usando de vãs repetições, rezas, palavras soltas ao vento, mas racionais, inteligentes, pessoais e sinceras.


II)                 REVELA SUA NECESSIDADE?

Neste versículo vemos a necessidade da oração que agrada a Deus, aquela que demonstra o desejo, o anseio, o objetivo da oração, a integridade e a intimidade daquele que ora com sinceridade. Que reconhece o que precisa e conhece quem pode lhe assistir nas suas fraquezas. Nosso Deus de fato sabe do que necessitamos, contudo nosso reconhecimento é necessário para revelar seu Senhoril nas nossas vidas e também para crescermos em intimidade e amor para com Ele.


CONCLUSÃO: O homem carece de integridade. Ser íntegro é ser você mesmo quando ninguém está por perto. E Cristo nos deixou esse exemplo maior de submissão irrestrita ao Pai, que mesmo sendo Deus, não teve por usurpação o Ser igual a Deus, mas antes se humilhou vindo ao mundo na condição de servo. O homem também precisa ter intimidade com Deus para ser adorador verdadeiro, conhecer e ser conhecido. Portanto, busquemos a oração como o aperfeiçoamento da nossa santidade em Cristo, como atributo da nossa necessidade diária.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Diga não a Violência doméstica




Esse é um tema bastante atual nos últimos meses, todos os dias vemos mulheres sendo ameaçadas de morte, sofrendo maustratos, espancamentos, agressões físicas e emocionais, de homens que deveriam protegê-las, amaá-las, cuida-las, tratá-las como mulheres que são.
É complicado entender como tudo acontece...
Por que no inicio ninguém consegue detectar o agressor, porque ele sorrí para vc, lhe dá presentes, lhe beija, lhe faz juras de amor, lhe admira, lhe possui, lhe conquista, mas ao passar dos anos, tudo começa a mudar, é uma palavra depreciativa aqui, um palavrão ali, um empurrão, uma noite solitária chorando em casa, enquanto ele está no bar enchendo a cara com os amigos, quando chega quebra o banheiro, a televisão e tudo mais que está a frente, vc como um bicho acuado finge não ver, e ele como um animal sujo enlameia seus lençóis, não sei que tipo de relação é essa, só sei que ela tem vitimado muitas mulheres, que não conseguem se livrar dessas pestes de maridos.
Fico pensando se esse homem, realmente é homem, pois alguém que perde horas num bar com outros homens, ou numa boca de fumo, gastando dinheiro, ficando fedido, bebado, alucinado, agressivo, desfigurado e irracional, pode ser chamado de Homem realmente.
Num contexto como esse, estão inserida várias mulheres, queperdem anos de suas vidas, se dedicando a pessoas que não se dedicam a elas, que não constrõem um lar, que as espanca, e molesta quando não fisicamente, mas moralmente seus filhos, quando os utensílios da casa e lhes causa dor, espanto e vergonha.
Essa infelizmente é a realidade de várias brasileiras, e só este ano na Paraíba já foram vitimadas mais de 30 mulheres, que oficialmente foram agredidas e mortas pelos seus companheiros, e essa é uma realidade que atinge mulheres de todas as classes sociais, cores e níveis.
Não sei como podemos ajudá-las, só sei que é uma lamentável realidade, em que toda a sociedade deve se mobilizar para ao menos tentar coibir toda essa onda de violencia contra a mulher. Se você sabe de algum caso, denuncie, encoraje essa mulher a mudar de atitude, exerça sua cidadania e ofereça-lhe se preciso for até abrigo, mas não esteja inerte a tal situação.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Nando Reis - Pra Você Guardei o Amor

Essa música reflete a história de alguém que eu amei sem merecer todo esse amor

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Jamais desça do salto...

Andar de salto alto é algo interessantíssimo, pois não apenas remete ao compasso elegante de alguém que sabe se impor, se colocar, se sobrepor, desfilar, seduzir, entreter, mas também, quando encarado de forma sútil, passa a ser um estilo de vida simples e perspicaz. Mulheres que não se descompõem sobre hipótese alguma e jamais descem do salto, nas mais distintas situações, tendem a serem mais eficientes em relacionamentos dificeis e conturbados... Como veremos a seguir, a  história nos remete as dificuldades e adaptações desses novos tempos, onde as mulheres caminham desde os cabarés as mais sacras igrejas, desfilando os vários estilos de saltos e sapatos.
A origem dos sapatos e sandálias de salto alto se perde em séculos de história. Os primeiros modelos de saltos altos foram encontrados em uma tumba do Antigo Egito e datam do ano 1000 aC. Esses saltos, provavelmente, caracterizavam a alta posição social de quem os utilizava.


                                                         Primeiro Modelo do Salto Alto

O gosto por saltos altos predominou também na Grécia Antiga. Ésquilo, o primeiro grande autor trágico da história grega, fazia os atores de suas peças usarem sapatos plataformas de diferentes alturas para, assim, indicar a posição social de cada personagem. A mesma idéia existiu no Oriente. Por exemplo, no Japão o imperador Hirohito foi coroado, em 1926, calçando sapatos com plataforma de 30 cm de altura.

                                                              A evolução do Salto Alto

Mas a história também revela que saltos altos estão associados à sexualidade. As cortesãs japonesas usavam tamancos com alturas entre 15 e 30 cm. Já as concubinas chinesas e as odaliscas turcas eram obrigadas a usar sandálias altas provavelmente para impedir que fugissem dos haréns. Na Antiga Roma, as prostitutas eram identificadas pelos saltos que usavam.

Na Época Moderna, a moda européia dos saltos altos teve início com os “chopines” italianos, sandálias com plataformas de altura variando entre 15 e 42 cm. Algumas chegavam a alcançar 75 cm e as mulheres que os calçavam tinham que se apoiar em bengalas ou bastões para conseguir equilíbrio ao andar. Em 1430 os chopines foram proibidos em Veneza, mas como se sabe, nada pode impedir uma tendência da moda.


A história atribui a invenção dos saltos altos a Catarina de Médici, no século XVI. Devido a sua baixa estatura, ela os utilizou quando se casou com Henrique II, da França. Ao chegar a Paris ela trazia em sua bagagem uma série de sapatos com saltos produzidos por um artesão italiano para deixá-la mais alta. E, assim, acabou por introduzir a moda dos saltos altos na história da aristocracia européia.

No século XVII, o parlamento inglês punia como feiticeiras todas as mulheres que usassem sapatos de salto alto para seduzir ou atrair homens ao casamento. E por falar em sedução, Giovanni Casanova, em sua biografia, declarou seu amor pelos saltos altos que, segundo ele, levantavam as armações das saias-balão, usadas à época, desta forma mostrando as pernas femininas.
No século XIX, os saltos altos foram introduzidos nos Estados Unidos importados diretamente dos bordéis de Paris. O sucesso dos saltos altos na capital francesa era enorme, pois a maioria dos clientes preferia contratar os serviços de prostitutas que usavam saltos.


Os designers de sapatos não existiam como tais antes do século XX. A criação de sapatos de salto alto era mais uma atividade, dentre muitas, dos modestos sapateiros. A indústria de produção em massa de calçados teve início nos Estados Unidos, onde começou como uma atividade familiar exclusiva de colonos do leste do país (a Nova Inglaterra) e acabou se tornando as primeiras grandes lojas por volta da metade do século XVIII.

Em 1900, ainda havia resquícios de preconceito do século anterior. Muitas pessoas consideravam indecentes mulheres que mostrassem suas extremidades desnudas. Por isso, o conforto prevaleceu em detrimento do estilo, que ficava relegado à privacidade doméstica. Em público, botas e botinas apertadas e abotoadas prevaleciam. A história mudou após a Primeira Guerra Mundial. Com o desenvolvimento da economia, os calçados de tiras entraram em cena: pontudos e com saltos altos modelo Louis. Havia uma verdadeira profusão de cores e os saltos eram até mesmo utilizados para dançar.


                                                          Mulheres da Década de 30

Mas os anos 30 trouxeram a Grande Depressão e isto teve repercussões na moda. Os saltos se tornaram mais baixos e mais largos. Nessa época muitas mulheres condenavam os saltos altos, mas foi a partir da Segunda Guerra Mundial que os saltos passaram por uma fase de verdadeiro desprezo devido ao racionamento do couro. Mas o designer italiano Salvatore Ferragamo encontrou a solução ao desenvolver um modelo de calçado com salto anabela em cortiça. Após a guerra esse modelo tornou-se moda, quando muitos estilistas passaram a copiá-lo.
 
Enquanto os franceses, de fato, não tinham competidores à altura no que diz respeito a moda de vestuário, os italianos, por sua vez, eram os mestres da produção em massa da moda calçadista. Graças aos contatos de Ferragamo em Hollywood, esses calçados italianos se tornaram muito populares entre as estrelas hollywoodianas nos anos 50 (Jane Mansfield tinha mais de 200 pares). O salto stiletto era, então, sinônimo de “sex appeal”. Enquanto isso, os médicos responsabilizavam os sapatos de salto alto por todos os tipos de problemas. E não só quanto à saúde da mulher. Muitos atribuíam o crescimento da delinqüência juvenil aos saltos altos.


                                                        Décadas de 50 e 60 - Sex Appeal

Nos anos 60, teve início a transferência da moda de Paris para Londres e a moda das ruas ditava o que era para ser usado. Com o preço do couro em alta, os materiais sintéticos entraram em cena. Vivier, Herbert Levine e Miller foram os pioneiros na história da utilização de material plástico transparente.


                                                                    Década de 70

No início dos anos 70 as plataformas retornaram por um breve período na história, especialmente aquelas botas extravagantes de cano alto. Muitas destas botas tinham designs psicodélicos. Era o estilo andrógino do “Glam Rock”. Foi o designer Terry de Havilland quem as popularizou e encontrou adeptos não apenas entre as mulheres, mas também entre gays e lésbicas.

Nos anos 80, mulheres executivas passaram a adotar o salto stiletto como um complemento aos seus vestuários para projetarem uma imagem de eficiência e de Manolo Blahnikautoridade. Os saltos altos simbolizavam glamour e extravagância, além de um modo de expressar feminilidade nunca antes vista na história dos saltos altos.

Na última década do século XX, as plataformas reapareceram pelas mãos de Vivienne Westwood e Jean-Paul Gaultier. Nos anos 90, conceitos antigos foram reciclados. Assim como os estilistas de moda, os estilistas de calçados femininos passaram a ser estrelas do mundo fashion, com Manolo Blahnik sendo, então, o seu maior expoente. Como na década anterior, o nome de marca era a coisa mais importante. Ao lado, uma sandália de Blahnik.

Atualmente, existe uma nova geração de designers. Requisitados por clientes e por estilistas de moda, os sapatos de salto alto de designers como Joan Halpern, Maud Frizon, Beth e Herbert Levine, Andrea Pfister, Louboutin salto altoJan Jansen, Patrick Cox e Christian Louboutin algum dia serão apreciados como autênticas obras de arte. A tecnologia tem acrescentado novas opções de materiais (microfibras, tecidos elásticos etc) o que otimiza o processo de produção, que parece indicar que os sapatos e sandálias de salto alto continuarão a fazer muito sucesso na história da moda. Ao lado, uma sandália Louboutin com salto alto com solado em vermelho, marca inconfundível das obras de arte deste excepcional designer.
Num curto espaço de tempo vale repensar nossa postura e nosso bom senso na escolha da cor, do salto, da performance, do material e estilo a compor nosso visual... que vai desde ao visível, que são as coisas que usamos habitualmente, até o invisível, que é nosso caráter, personalidade e a marca das nosssas impressões, que ficam por onde passamos.


Busque usar o sapato certo na ocasião certa... para não precisar descer do salto e parecer deselegante em alguma situação, por mais desastrosa que seja, não vale a pena, tente se equilibrar sobre o salto que você escolheu usar nesse dia de sol ou de chuva que você está vivendo hoje e caminhe com leveza, pois o último passo é sempre o que marca a vitória e a conquista.
E assim, como na moda você perceberá que a vida é bastante colorida, difusa, incerta, perspicaz, surpreendente e circular... e que o retrô por exemplo, nunca cairá de moda, sempre voltará... portanto conserve aquilo que pode ser reutilizado numa próxima e mais propícia estação.





terça-feira, 3 de agosto de 2010

Vaidade - Heloisa Rosa

Há tanto tempo - Heloísa Rosa

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Fogo Estranho... Desvios doutrinários...

O crente brasileiro sabe: vez por outra, a Igreja Evangélica brasileira é agitada por uma novidade. Pode ser a chegada de um novo movimento teológico, de uma doutrina inusitada ou mesmo de uma prática heterodoxa, daquelas que causam entusiasmo em uns e estranheza em outros

Por Redação OGalileo
Quem frequentava igrejas nos anos 1980 há de se lembrar do suposto milagre dos dentes de ouro, por exemplo. Na época, milhares de crentes começaram a testemunhar que, durante as orações, obturações douradas apareciam sobrenaturalmente em suas bocas, numa espécie de odontologia divina. Muito se disse e se fez em nome dessa alegada ação sobrenatural de Deus, que atraiu muita gente aos cultos. Embora contestados por dentistas e nunca satisfatoriamente explicados – segundo especialistas, o amarelecimento natural de obturações ao longo do tempo poderia explicar o fenômeno, e houve quem dissesse que a bênção nada mais era que o efeito de sugestão –, os dentes de ouro marcaram época e ainda aparecem em bocas por aí, numa ou noutra congregação.

Outras manifestações nada convencionais sacudiram o segmento pentecostal de tempos em tempos. Uma delas era a denominada queda no Espírito, quando o fiel, durante a oração, sofria uma espécie de arrebatamento, caindo ao solo e permanecendo como que em transe. Disseminada a partir do trabalho de pregadores americanos como Benny Hinn e Kathryn Kuhlman, a queda no poder passou a ser largamente praticada como sinal de plenitude espiritual e chegou com força ao Brasil. A coqueluche também passou, mas ainda hoje diversos ministérios e pregadores fazem do chamado cair no poder elemento importante de sua liturgia. A moda logo foi substituída por outras, ainda mais bizarras, como a “unção do riso” e a “unção dos animais”. Disseminadas pela Comunhão Cristã do Aeroporto de Toronto, no Canadá, a partir de 1993, tais práticas beiravam a histeria coletiva – a certa altura do culto, diversas pessoas caíam ao chão, rindo descontroladamente ou emitindo sons de animais como leões e águias. Tudo era atribuído ao poder do Espírito Santo.

A chamada “bênção de Toronto” logo ganhou mundo, à semelhança das mais variadas novidades. Parece que, quanto mais espetacular a manifestação, mais ela tende a se popularizar, atropelando até mesmo o bom senso. Mas o que para muita gente é ato profético ou manifestação do poder do Senhor também é visto por teólogos moderados como simples modismos ou – mais sério ainda –
desviosdoutrinários. Pior é quando a nova teologia é usada com fins fraudulentos, para arrancar uma oferta a mais ou exercer poder eclesiástico autoritário. “A Bíblia diz claramente que haverá a disseminação de heresias nos últimos dias, e não um grande reavivamento, como alguns estão anunciando”, alerta Araripe Gurgel, pesquisador da Agência de Informações Religiosas (Agir). Pastor da Igreja Cristã da Trindade, ele é especialista em seitas e aberrações cristãs e observa que cada vez mais a Palavra de Deus tem sido contaminada e pervertida pelo apelo místico. “Esse tipo de abordagem introduz no cristianismo heresias disfarçadas em meias-verdades, levando a uma religião de aparência, sensorial, sem a real percepção de Deus”, destaca.

“Não dá para ficar quieto diante de tanta bizarrice”, protesta o pastor e escritor
Renato Vargens, da Igreja Cristã da Aliança, em Niterói (RJ). Apologista, ele tem feito de seu blog uma trincheira na luta contra aberrações teológicas como as que vê florescer, sobretudo, no neopentecostalismo. “Acredito, que, mais do que nunca, a Igreja de Cristo precisa preservar a sã doutrina, defendendo os valores inegociáveis da fé cristã. A apologética cristã é um ministério indispensável à saúde do Corpo de Cristo”. Na internet, ele disponibiliza farto material, como vídeos que mostram um pouco de tudo. Um dos mais comentados foi um em que um dos líderes do Ministério de Madureira das Assembleias de Deus, Samuel Ferreira, aparece numa espécie de arrebatamento sobre uma pilha de dinheiro, arrecadado durante um culto. “Acabo de ver no YouTube o vídeo de um falso profeta chamado reverendo João Batista, que comercializa pó sagrado, perfume da prosperidade e até um tal martelão do poder”. acrescenta Vargens.

Autor do recém-lançado livro Cristianismo ao gosto do freguês, em que denuncia a redução da fé evangélica a mero instrumento de manipulação, o pastor tem sido um crítico obstinado de líderes pentecostais que fazem em seus programas de TV verdadeiras barganhas em nome de Jesus. “O denominado apóstolo Valdomiro Santiago faz apologia de sua denominação, a Igreja Mundial do Poder de Deus, desqualificando todas as outras. E tem ensinado
doutrinas absolutamente antibíblicas, onde o ‘tomá-lá-dá-cá’ é a regra”. Uma delas é o trízimo, em que desafia o fiel a ofertar à instituição 30% de seus rendimentos, e não os tradicionais dez por cento. A “doutrina das sementes”, defendida por pregadores americanos como Mike Murdoch e Morris Cerullo nos programas do pastor Silas Malafaia, também rendeu diversos posts. Segundo eles, o crente deve ofertar valores específicos – no caso, donativos na faixa dos mil reais – em troca de uma unção financeira capaz de levá-lo à prosperidade. “Trata-se de um evangelho espúrio, para tirar dinheiro dos irmãos”, reclama Vargens. “Deus não é bolsa de valores, nem se submete às nossas barganhas ou àqueles que pensam que podem manipular o sagrado estabelecendo regras de sucesso pessoal.”

Crise teológica – Numa confissão religiosa tão multifacetada em suas expressões e diversa em termos de organização e liderança, é natural que o segmento evangélico sofra com a perda de identidade. O próprio conceito do que é ser crente no país, é extremamente difuso. E muitas denominações, envolvidas em práticas heterodoxas, vez por outra adotam ritos estranhos à tradição protestante. Joaquim de Andrade, pastor da Igreja Missionária Evangélica Maranata, do Rio, é um pesquisador de seitas e heresias que já enfrentou até conflitos com integrantes de outras crenças, como testemunhas de Jeová e umbandistas. Destes tempos, guarda o pensamento crítico com que enxerga também a situação atual da fé evangélica: “Vivemos uma verdadeira crise teológica, de identidade e integridade. Os crentes estão dando mais valor às manifestações espirituais do que à Palavra de Deus”.

Neste caldo, qualquer liderança mais carismática logo conquista seguidores, independentemente da fidelidade de sua mensagem à Bíblia. “Manifestações atraem pessoas.
O próprio Nicodemos concluiu que os sinais que Cristo operou foram além do alcance do povo, mas não temos evidência de que ele tenha mesmo se convertido”, explica o pastor
Russel Shedd, doutor em teologia e um dos mais acreditados líderes evangélicos em atuação no Brasil. Ele refere-se a um personagem bíblico que teve importante discussão com Jesus, que ao final admoestou-lhe da necessidade de o homem nascer de novo pela fé. “Líderes que procuram vencer a competição entre igrejas precisam alegar que têm poder”, observa, lembrando que a oferta do sobrenatural precisa atender à imensa demanda dos dias de hoje. “Mas poder não salva nem transmite amor”, conclui.

“A busca pela expansão evangélica traz consigo essa necessidade de aculturação e, na cultura religiosa brasileira, nada mais puro do que a mistura”, acrescenta o pastor Fabrício Cunha, da Igreja Batista da Água Branca, em São Paulo. “O candomblé já fez isso, usando os símbolos do catolicismo; o espiritismo, usando a temática cristã; e agora, vêm os evangélicos neopentecostais, usando toda uma simbologia afro e um misticismo pagão”, explica. Como um dos coordenadores do Fórum Jovem de Missão Integral e membro da Fraternidade Teológica Latinoamericana, ele observa que mesmo os protestantes são fruto de uma miscigenação generalizada, o que, no campo da religião, tem em sua gênese um alto nível de sincretismo.

Acontece que, em determinadas comunidades cristãs, alguns destes elementos precisam ser compreendidos como estratégias de comunicação e atração de novos fiéis. Aí, vale tanto a distribuição de objetos com apelo mágico, como rosas ungidas ou frascos de óleo, como a oferta de manifestações tidas como milagrosas, como o já citado dente de ouro ou as estrelinhas de
fogo – se o leitor ainda não conhece, saiba que trata-se de pontos luminosos que, segundo muitos crentes, costumam aparecer brilhando em reuniões de busca de poder, sobretudo vigílias durante a noite ou cultos realizados nos montes, prática comum nas periferias de grandes cidades como o Rio de Janeiro. O objetivo das tais estrelinhas? Ninguém sabe, mas costuma-se dizer que é fogo puro, assim como tantas outras manifestações do gênero.

“Alguns desses elementos são resultado de um processo de sectarização religiosa”, opina o teólogo e mestre em ciências da religião Valtair Miranda. “Ou seja, quanto mais exótica for a manifestação, mais fácil será para esse líder carismático atrair seguidores para seu grupo”. Miranda explica que, como as igrejas evangélicas, sobretudo as avivadas, são, em linhas gerais, muito parecidas, o que os grupos sectários querem é se destacar. “Eles preconizam um determinado tópico teológico ou passagem bíblica, e crescem em torno disso. Objetos como lenços ungidos, medalhas, sal ou sabonete santificados são exemplos. Quanto mais diferente, maior a probabilidade de atrair algum curioso”. A estratégia tende a dar resultado quando gira em torno de uma figura religiosa carismática. “Sem carisma, estes elementos logo provocam sarcasmo e evasão”, ressalva. O estudioso lembra o que caracteriza fundamentalmente um grupo sectário – o isolamento. “Uma seita precisa marcar bem sua diferença para segurar seu adepto. Quanto mais ele levantar seus muros, mais forte será a identidade e a adesão do fiel.”

“Propósito de Deus” – Mas quem faz das manifestações do poder do Espírito Santo parte fundamental de seu ministério defende que apenas milagres não bastam. “É necessário um propósito e uma mudança de vida”, declara o bispo Salomão dos Santos, dirigente da Associação Evangélica Missionária Ministério Vida. Como ele mesmo diz, trata-se de uma igreja movida pelo poder da Palavra de Deus, “que crê que Jesus salva, cura, liberta e transforma vidas”. O próprio líder se diz um fruto desse poder. Salomão conta que já esteve gravemente doente, sofrendo de hepatite, câncer e outras complicações que a medicina não podia curar. “Cheguei a morrer, mas miraculosamente voltei à vida”, garante o bispo, dizendo que chegou a jazer oito horas no necrotério de um hospital. “Voltei pela vontade de Deus”, comemora, cheio de fé.

Consciente, Salomão diz que milagres e manifestações naturais realmente acontecem, mas “somente para a exaltação e a glória do Senhor, e não de homens ou denominações”. O bispo também observa que alguns têm feito do poder extraordinário de Jesus uma grande indústria de milagres: “O Senhor não dá sua glória para ninguém. Ele opera maravilhas através da instrumentalidade de nossas vidas”. E faz questão de reiterar a simplicidade com que Jesus viveu sua vida terrena e que, muitas vezes, realizou grandes milagres sem nenhum alarde. “O agir de Deus não é um espetáculo.”



Com informações do Cristianismo Hoje / e-Cristianismo

Um elefante incomoda muita gente... dois... três... incomoda muito mais!!!!


Esse é um bebê elefante se refrescando numa bica que encontrou sem perceber que estava sendo observado por elefantes maiores "que eram donos do pedaço" ele começou a estufar o peito e bradar toda sua alegria
por desfrutar de toda aquela chuva repentina de águas tão cristalinas que ele encontrou...
Então ele abriu os olhos e percebeu que estava incomodando os homens que cuidavam daquela área reservada do parque em que se encontrava e retornou ao seu lugar de origem... contudo aquelas águas, e aqueles momentos permaneceram gravados na sua memória fotografados nas suas lembranças
dos momentos de paz, alegria, refrigério, e plena satisfação que ele desfrutou... ainda que por tão pouco tempo o mantiveram vivo por toda a sua existência. No nosso dia a dia, encontramos alguns elefantes extraordimários, magnanimos... belos... fortes... robustos...superiores a nós...contudo na íntegra não queremos eles ao nosso lado em algumas situações, pois eles geram certo desconforto pessoal, quando somos comparados com eles, infelizmente no universo da competitividade em que vivemos,
isso é algo natural, percebe-se desde a infancia, quando as crianças por mais amigas que sejam,
não querem partilhar seu lanche, seu brinquedo, sua sincera opinião, na adolescencia torna-se pior, pois com os hormônios a flor da pele, para não sermos rotulados como aborrecentes, aprendemos a desnvolver
como nosso mecanismo de defesa, a indiferença a àquilo que necessariamente nos pertuba,
sublimamos tal realidade e fingimos não senti ou perceber os superlativos comparativos
da beleza da amiga (o), da inteligencia, da desenvoltura, dos talentos, da simpatia,
e tudo aquilo que chama a atenção das pessoas que nos cercam.
E então, as brincadeiras de criança, as conversas juvenis, a confiança dos segredos
trocados, das confissões expressas, tudo isso se perde diante do mundo coorporativo 
que enfrentamos na vida adulta, e que envolve e se desenvolve em todas as relações,
de trabalho, de escola, da família, da igreja e até dos relacionamentos, 
as vezes até repletos de emoções, sentimentos, aspirações, sonhos, realizações, 
e que escorrem pelas águas turvas da cascata que nos faz submergir na profundidade do
nosso egoísmo de não enxergarmos nossas próprias limitações, deformações, pavores e terrores
guardados em nós mesmos, e que vêm à tona frente ao sucesso de alguém superior ou até inferior a nós mesmos... é o medo de perdemos o território, que por mérito próprio ou não,
julgamos ser eternamente nosso. E assim ocupamos todos os lugares, e nos encarregamos de todas as tarefas, e vestimos nossas vestes heroínas, sacras, imaculadas, e nos intitulamos dos rótulos mais 
cabíveis e intocados, para voltarmos a ser aquela criança, que não chora, que não sente dor, que não perde,
que não erra nem admite erros, que está sempre limpa e que tem os brinquedos melhores e mais caros. 
Precisamos rever nosso conceito sobre realização pessoal, e entendermos melhor 
como funciona a realização do outro, que às vezes é simplesmente um banho de bica,
ou um mergulhar na profundidade, com roupa de mergulho, quase um suicídio altuísta, o famoso sincericidio, pois despertará no outro, que é o proprietário do pedaço, o desejo de expulsá-lo daquele reino particular que ele conuistou, mas que é a satisfação plena dele, a sua susistencia está em jogo... portanto não julguemos pela aparência,nem nos incomodemos com os elefantes tomando banho na nossa suposta fonte, que jorra cristalina, ele como eu e você também precisa se refrescar e se lavar! Deixemos de lado pois nosso orgulhos e egoísmo para não castrarmos os sonhos alheios, nem cometermos um homicídio doloso da imagem do outro, que assim como eu e você também tem defeitos e qualidades, aquele pois que está em pé tenha cuidado para não cair, mas se alguém ao seu lado cair, não passe de largo, vá ao seu encontro e estenda sua mão, até que ele fique em pé!


Um elefante incomoda muita gente... dois... três... incomodam muito mais!!!!


Esse é um bebê elefante se refrescando numa bica que encontrou sem perceber que estava sendo observado por elefantes maiores "que eram donos do pedaço" ele começou a estufar o peito e bradar toda sua alegria
por desfrutar de toda aquela chuva repentina de águas tão cristalinas que ele encontrou...
Então ele abriu os olhos e percebeu que estava incomodando os elefantes e os homens que cuidavam daquela área reservada do parque em que se encontrava e retornou ao seu lugar de origem... contudo aquelas águas, e aqueles momentos permaneceram gravados na sua memória fotografados nas suas lembranças dos momentos de paz, alegria, refrigério, e plena satisfação que ele desfrutou... ainda que por tão pouco tempo o mantiveram vivo por toda a sua existência. 
No nosso dia a dia, encontramos alguns elefantes extraordimários, magnanimos... belos... fortes... robustos...superiores a nós...contudo na íntegra não queremos eles ao nosso lado em algumas situações, pois eles geram certo desconforto pessoal, quando somos comparados com eles, infelizmente no universo da competitividade em que vivemos,
isso é algo natural, percebe-se desde a infancia, quando as crianças por mais amigas que sejam,
não querem partilhar seu lanche, seu brinquedo, sua sincera opinião, na adolescencia torna-se pior, pois com os hormônios a flor da pele, para não sermos rotulados como aborrecentes, aprendemos a desenvolver
como nosso mecanismo de defesa, a indiferença a àquilo que necessariamente nos pertuba,
sublimamos tal realidade e fingimos não sentir ou perceber os superlativos comparativos
da beleza da amigo (a), da inteligencia, da desenvoltura, dos talentos, da simpatia,
e tudo aquilo que chama a atenção das pessoas que nos cercam.
E então, as brincadeiras de criança, as conversas juvenis, a confiança dos segredos
trocados, das confissões expressas, tudo isso se perde diante do mundo coorporativo e competitivo
que enfrentamos na vida adulta, e que envolve e se desenvolve em todas as relações,
de trabalho, de escola, da família, da igreja e até dos relacionamentos pessoais, 
as vezes até repletos de verdadeiras emoções, sentimentos, aspirações, sonhos, realizações, 
mas que escorrem pelas águas turvas da cascata que nos faz submergir na profundidade do
nosso egoísmo, de não enxergarmos nossas próprias limitações, deformações, pavores e terrores
guardados em nós mesmos, e que vêm à tona frente ao sucesso de alguém que julgamos superior ou até inferior a nós mesmos... nossa insegurança secreta, é o medo de perdemos o território, que por mérito próprio ou não, julgamos ser eternamente nosso. E assim ocupamos todos os lugares, e nos encarregamos de todas as tarefas, e vestimos nossas vestes heroínas, sacras, imaculadas, e nos intitulamos dos rótulos mais 
cabíveis e intocados, doutor, mestre, bispo, apóstolo, pastor, chefe, pai, marido, esposa,  nos esforçamos e nos empenhamos para voltarmos a ser aquela criança, que não chora, que não sente dor, que não perde,
que não erra nem admite erros dos outros, que está sempre limpa e que tem os brinquedos melhores e mais caros, e claro, que sabe perder com elegancia. 
Precisamos rever nosso conceito sobre realização pessoal, e entendermos melhor 
como funciona a realização do outro, à famosa empatia, que os líderes tanto falam, que às vezes é simplesmente um banho de bica para o elefante bebê, ou um mergulhar na profundidade, com ou sem roupa de mergulho, quase um suicídio altuísta, o famoso sincericidio, que despertará no outro, que  as vezes é o proprietário do pedaço, ou o mordomo intolerante, o desejo de expulsá-lo ( o elefantinho), daquele reino particular que ele conquistou para administrar, mas que é a satisfação plena dele, a sua subsistencia está em jogo, sua reputação, seu brinquedo do coração... 
Portanto, para não cometermos tais erros, não julguemos pela aparência, nem nos incomodemos com os elefantes tomando banho na nossa suposta fonte, que jorra cristalina, ele como eu e você também precisa se refrescar e se lavar! Deixemos de lado pois, nosso orgulho e egoísmo, para não castrarmos os sonhos alheios, nem cometermos um homicídio doloso da imagem do outro, que assim como eu e você também tem defeitos e qualidades, aquele pois que está em pé tenha cuidado para não cair, mas se alguém ao seu lado cair, não passe de largo, vá ao seu encontro e estenda sua mão, até que ele fique em pé!

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Às vezes é preciso levar os olhos para dentro do escuro e ter coragem de acendê-los!!

 A BELEZA ESTÁ NAQUILO QUE VEMOS

Esses dias descobrí que nem sempre nossos olhos enxergam a realidade como ela é. E é horrível essa sensação.
Fiquei pensando como deve ser dificil a vida de alguém limitado pela deficiencia da ausencia da visão.
Pelo menos nas primeiras fases da vida, e nos momentos de descoberta e adaptação, ajuste, reconhecimento da área a ser explorada, dos objetos, das sensações, do mundo adaptado que ela mesma tem que construir em torno de si, mesmo em condições desfavoráveis, em trechos inacabados, em falta de apoio e encorajamento e ajuda especializada, é na verdade o que os que vivenciam essa temática chamam de SUPERAÇÃO. E essa palavra apesar de beleza traz consigo muito, mas demasiado eu diria, esforço diário, uma luta de fato, sem armas de guerras, mas com armas muito mais perigosas e eficazes do que qualquer armamento bélico. Armas emocionais, físicas, psicológicas e porque não dizer, espirituais. É quando o indivíduo busca forças onde não há força nenhuma, quando busca capacidade frente a limitação absursdamente imposta pela deficiencia, é a coragem e a garra de lutar contra as evidencias, crer contra a esperança que finge desfalecer.
Não estou querendo dizer que todas as limitações, perdas e dificuldades serão superadas, contudo elas serão experimentadas com outro rigor, desvendadas por outros objetivos, vencidas por outras perspectivas, é uma vitória ou derota interior e exterior, uma luta em si mesmo, uma linguagem de emoções, dores, sentimentos, esforços, uma descoberta do eu perdido pelos momentos de debilitação e atrofia muscular, cerebral, visceral, emocional, psicológico, espiritual.

 Talvez esteja na hora de trocar nossos olhos

Em meio a tudo isso, percebí que meus olhos não enxergam bem. Meus ouvidos também não ouvem bem. Minha boca fala muito. Nos momentos que deveria se calar, ela não pára de falar. E aí descobrí que minhas mãos também não me obedecem. Elas machucam, ferem, se encolhem para não ajudar, se recusam a obedecer os comandos cerebrais. Minha mente também teima em reagir, qualquer ação inesperada me leva a uma reação imediata e na maioria das vezes, precipitadamente me leva as escolhas erradas, as palavras desnecessárias, aos olhares maliciosos, aos ouvidos surdos e assim os sentidos se perdem, se desconexam com àquilo que deveria de fato me dominar.
É tão facil ouvir o mundo e suas vozes. Todo seu barulho ensurdecedor, todos os seus apelos audio visuais, todo o aparato de marketing de venda de relacionamentos mercantis. Não sei porque não nos desligamos de fato desse mundo, que mais nos pertuba e confunde, do que nos acrescenta e nos motiva.
Deus tem sido muito paciente conosco. Sua voz mansa, suave, as vezes troveja em nós, e nós não ouvimos, ou fingimos não ouvir. Fala comigo Pai, não me deixa ficar indiferente a Tua voz. Abre os meus olhos quero Te ver, ver a Ti somente, quero ouvir só Tua voz, preciso passar para o estágio seguinte da minha deficiencia audio visual, me habilita para a fase da SUPERAÇÃO, eu sei que dói, mas eu quero vencer minha limitação.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Você faz marketing pessoal???

Nem tudo o que se vê, necessariamente é o que contém...

Você é marqueteiro ou não?

Hoje vivemos no mundo dos rótulos...
Compramos pela marca dos produtos...
O conteúdo já nem interessa mais...
Se tem uma boa aparência, compramos...

Uma boa propaganda, faz o negócio acontecer ...
Ainda que depois, renda alguns prejuízos,
Para o anunciante inescrupuloso que oferece além do que obtém...
O que interessa na íntegra é a venda...
O fechamento do mês...
O progresso do capitalismo...
A comissão...
O anúncio...
As cores...
A animação...




As propagandas por exemplo de grandes marcas de bebida,
Sempre trazem pessoas bonitas, felizes, sempre tomam a forma dos relacionamentos
Que podemos ter, além daqueles que já temos...
Para os telespectadores, bebida e cigarro, rima com pegação, festa, prazer, mulher "boa" e facinha...
Diferente daquelas que habitualmente temos em casa, 
Cozinhando, passando, nossas Amélias de plantões,
Os espertos... até os baixinhos... conseguem pegar todas...
Minha nossa não sei como alguém bebe algo
Que seu slogan mesmo diz, "desce redondo"...
E assim bebida rima com destruição, prostituição, desvalorização, substituição...
Você consumidor se realizando em prazeres excepcionais que aqueles momentos instantaneos oferecem...
E Satanás como mestre do ilusionismo e da mentira rouba a dignidade, os sonhos, os valores...
Até torná-los seus intrumentos de auto destruição...


Em todos os contextos, a imgem fala mais que mil palavras...
O texto sublima a realidade surreal...
O preço pago, é mínimo frente ao lucro da obtenção da venda do produto...
A verdade é relativa...
O que é bom para você, pode não ser para mim...
Enfim... tudo depende do seu ponto de vista...


A beleza está até mesmo naquilo que não vemos como belo,
Um rosto pálido, um corpo gélido, frio, sombrio, sem vida,
Uma casa velha, antiga, suja,
Um amontoado de tijolos, uma rua vazia,
O belo que compõe a paisagem do anuncio,
Nem sempre reflete a beleza,
Mas comunica a informação necessária para a venda...


Precisamos fugir dessa prática dos rótulos mentirosos...
Rotulamos as pessoas,
Pelo que ela nos oferecem através da imagem que refletem...
Se alguém está triste ou angustiado,
Logo nós descartamos,
Pois essas pessoas não refletem o brilho da glória de Cristo,
Se estão desorientadas, também as descartamos,
Pois elas também não fazem alusão ao caminho de Jesus...
Se estão apáticas, logo as substituímos nas nossas rodas de amigos,
Pois não investimos nosso tempo com pessoas desinteressantes...
Ou seja, a economia capitalista substituiu a economia divina,
Nos nossos relacionamentos, só têm lugar os vencedores,
Os que vendem a imagem saudável, feliz, realizada, satisfatória,
Para os sermões que pregamos...
Só nos esquecemos de uma coisa...
Um detalhe...
O Evangelho de Cristo, se baseia numa via dolorosa,
Se nossa mensagem é Cristocentrica,
Ele foi o homem de dores,
Que sofreu por nós,
Que não tinha onde reclinar a cabeça,
Não tinha ouro nem prata,
Nem uma imagem que impressionava,
Pela beleza ou ostentação,
Ele chorou, se angustiou, ficou profundamente triste,
Sentiu-se fraco, sozinho, desamparado também...
Não sei quem você tenta ser...
Ou imitar...
Eu prefiro ser humana...
Discípula de Cristo...
Sofro, choro, me angustio, fico profundamente triste...
E em alguns momentos me retiro de cena para orar...
Em secreto... no meu deserto particular...
E lá me reabasteço e vejo onde errei, me conserto e me levanto...
Para continuar de onde parei...


Os títulos fazem parte da vida de muitas pessoas, 
Eles dignificam alguns,
Minimizam outros,
Trazem honra e desonra,
Trazem alegria, autoridade e submissão,
Irrestrita ou não...
Na minha vida, escolhí, abdicar de muitos títulos...
Corro em busca de um título MAIOR para mim...
O de SERVA INÚTIL, 
Que mesmo fazendo tudo o que estava ao meu alcance...
Ainda era nada para Aquele que me deu tão grandiosa salvação!!!!

Dicas...

Dicas

Ás vezes precisamos de algumas orientações simples e básicas, e que costumeiramente não encontramos com facilidade, contudo quando nos dispomos a procurar o que precisamos, sempre encontramos ao nosso alcance, algumas dicas que nos salvariam de problemas futuros, como por exemplo, evitar fazer algumas misturas de tecidos, estampas, e estilos num mesmo look no dia à dia, ou num dia de festa. Que por mais que vc ouse usar, pode até impressionar num primeiro momento, contudo pode vir a chocar, ou escandalizar alguém, pelo excesso ou abuso, de alguma tendencia que não combina com seu estilo ou visual, portanto defina bem sua identidade através do que vc usa e assim vc também atrairá pessoas que como vc se identificam em alguns aspectos, e assim juntos vcs podem desfrutar do que lhes é comum. Use o espelho, e ouça a opinião de alguém que sabe mais do que vcê naquele assunto.
A palavra é sutileza no vestir-se, espiritualmente e fisicamente tb!

Minha vida cabe nas malas que carrego...

Minha vida cabe nas malas que carrego...

A beleza da mulher


A beleza da mulher ou do homem se revela na essência e não na transparência do vestir-se, ou na profundidade dos decotes, ou na compressão dos jeans com strech, ou nas regatas, bermudas, ou naquilo que deveria apenas adornar para realçar o que de fato ela tem na íntegra, algo que vai além do que é visivel e paupável.
O olhar com singeleza e transparência, a boca com doçura e sem leviandade, o aroma que satisfaz e exala o bom perfume de Cristo, as mãos que seguram e sustentam-se na destra fiel do Pai da eternidade, os pés que caminham rumo ao alvo, e a consciência pura e apologética de que precisamos remir nosso tempo pois de fato, os dias são maus.
Busco insistentemente melhorar àquilo que precisa ser retocado no meu eu, não apenas na minha aparência, mas principalmente naquilo que é transparente e que compõe minha essência de uma mulher que ousa andar segundo a vontade de Deus!

Eu curto Vintage

Eu curto Vintage

Cotidiano é diferente de rotina...

Aprendí com os filósofos que rotina é diferente de cotidiano, sou alguém que foge das inutilidades superficiais dos falatórios alheios, e "hoje" em alguns momentos até ignoro algumas situações, para evitar o confronto ou constrangimento desnecessário... para não perder o bom senso... mas isso é muito difícil, é um objetivo diário...

SOU ALGUÉM EM CONSTRUÇAO, que se permite errar e consertar, falhar e pedir perdão sem titubear, e "hoje" entendo claramente que perdão é atitude e não sentimento!!!!



O Senhor vê além do óbvio e visível!!

O Senhor vê além do óbvio e visível!!

Feliz natal em família

Feliz natal em família

Teus olhos estão sobre mim Senhor

Teus olhos estão sobre mim Senhor

Família na praia...

Família na praia...

Meu amor!!

Meu amor!!

Amigas especias!!!!

Amigas especias!!!!

Ministrando aula sobre Platão

Ministrando aula sobre Platão
Tb é uma paixão!!!

Tb amooooOOO

Tb amooooOOO

Com a galera...

Com a galera...

Amigos

Amigos

AmoooOOO vcssss

AmoooOOO vcssss

Missões é uma prática diária...

Missões é uma prática diária...
Não um clichê!!!

Noite especial

Noite especial

Depois cinema básico com a galera!!!

Depois cinema básico com a galera!!!

A Banda

A Banda
Que me ensinou a olhar para os malucos sedentos da Palavra!!!

Mãe, sobrinha, irmã e pai

Mãe, sobrinha, irmã e pai

Programa Oficina de Deus

Programa Oficina de Deus

Quero ser como criança

Quero ser como criança
Para me deliciar com coisas tão simples e baratinhas + tão saborosas!!

Mardunas - Natal

Mardunas - Natal
Acampamento Bola de Neve Church

Isa, eu e Rafinha

Isa, eu e Rafinha

Deus tem seus planos!!!!!!!!

Deus tem seus planos!!!!!!!!

Abra sua mente para ver a grandeza

Abra sua mente para ver a grandeza
A excelência da Palavra de Deus